A estrutura econômica num prisma de gênero

Hildete Pereira de Melo e Alberto Di Sabato

Resumo


Este estudo tem como objetivo avaliar o mercado de trabalho
brasileiro sob o ângulo do trabalho produtivo, aquele que gera mercadorias, portanto passível de transações econômicas. O avanço do movimento de mulheres e feministas, no Brasil e no mundo, ainda não foi capaz de acabar com a velha divisão do trabalho: às mulheres cabem, como no passado, as atividades relativas à reprodução da vida, e, como novidade, elas também assumem agora as outras, correspondentes à produção de bens e serviços. Utiliza uma estatística descritiva para avaliar os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IGBE), para o ano de 2008, e assim caracterizar as diferenças de gênero que permanecem na estrutura econômica. Esta fotografia das atividades econômicas mostra a contribuição das mulheres e homens para o processo de desenvolvimento, mas realça suas diferenças e a permanência do passado.



Palavras-chave


mercado de trabalho, gênero, trabalho produtivo

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DOI: https://doi.org/10.22409/rg.v12i1.393

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