Subjetividades intoxicadas, desempenho e o mercado da performance educacional

Autores

  • Flávia Cristina Silveira Lemos Professora de psicologia/UFPA
  • Antonino Alves da Silva Mestrando em Psicologia/UFPA.
  • Feliciana Ueyama Mestranda em Psicologia/UFPA.
  • Wagner Dias Caldeira Psicólogo/UFPA.

DOI:

https://doi.org/10.22409/ayvu.v3i2.22222

Palavras-chave:

Empresa, Saúde, Educação, Biopolítica, Desempenho.

Resumo

Esse artigo aborda, em formato conceitual, uma problematização do mercado da educação em saúde enquanto dispositivo de governo da vida, no contemporâneo. A compra, a venda, a negociação, o investimento, empreendedorismo e tóxicos a eliminar se tornam palavras de ordem, na rede de práticas prescritas para realizar subjetividades empresariais, dirigidas ao lucro e alto rendimento com máxima submissão política e com ganhos econômicas cada vez maiores. Pensar e interrogar esse processo de subjetivação e de controle da vida pela gestão da segurança e minimização do medo de envelhecer e de ficar refém da ausência de trabalho e relacionamentos amorosos, de amizade e de sociabilidade de lazer instrumental, passa a ser uma preocupação constante. Render e desempenhar performances de saúde e de máxima superação de si nos exercícios e na produtividade vai dando um tom de capitalização dos corpos e dos afetos cada vez maior.

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Biografia do Autor

Flávia Cristina Silveira Lemos, Professora de psicologia/UFPA

Psicóloga/UNESP. Mestre em Psicologia Social/UNESP. Doutora em História Cultural/UNESP. Profa. adjunta IV de Psicoogia Social/UFPA. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPQ- PQ2.

Antonino Alves da Silva, Mestrando em Psicologia/UFPA.

Psicólogo/UFPA, Mestrando em Psicologia/UFPA.

Feliciana Ueyama, Mestranda em Psicologia/UFPA.

Psicóloga/UFPA. Mestranda em Psicologia/UFPA.

Wagner Dias Caldeira, Psicólogo/UFPA.

Psicólogo/UFPA.

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Publicado

2017-07-24

Edição

Seção

Artigos