Política e subjetividade nas relações entre psicologia, educação e medicina na Argentina no princípio do século XX

Ana María Talak

Resumo


No princípio do século XX, difundiu-se na Argentina uma psicologia entendida como ciência natural, evolucionista, na medida do possível experimental, objetiva e valorativamente neutra, que se apresentava como chave para entender o ser humano e as sociedades, e para poder conduzi-las ao progresso. Neste artigo se analisa a articulação entre o modelo de intervenção iluminista e moralizante da educação pública e o modelo de intervenção médico-higienista segundo um ideal de saúde da população, e sua relação com a dimensão política presente no desenvolvimento dos conteúdos e técnicas da psicologia.

 


Palavras-chave


Psicologia, Educação, Higienismo, Evolucionismo Social, Argentina

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DOI: https://doi.org/10.22409/ayvu.v4i2.22239

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Equipe editorial

Ana Cabral Rodrigues, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Augusto Cesar Freire Coelho, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Camilo Barbosa Venturi, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Gustavo Cruz Ferraz, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Thiago Constâncio Ribeiro Pereira, Universidade Federal Fluminense (UFF)