O cerco de Leningrado na Segunda Guerra Mundial (URSS): estratégias civis de sobrevivência e reorganização social (1941–1944)

Autores

  • Leonardo Marinho Ernesto

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.20550253

Resumo

A partir do cerco à cidade de Leningrado realizado pelo exército alemão de Adolf Hitler, os civis foram privados de qualquer mantimento, água e energia elétrica, em um projeto idealizado para a extinção total, no entanto, diversas estratégias extremas com intuito de prolongar a vida dos cidadãos foram realizadas. Sendo assim, este artigo propõe analisar o funcionamento de um novo formato social e suas estratégias extremas que foram desenhadas a partir de desafios diários de se sobreviver sem ter o mínimo para essa sobrevivência. A pesquisa se constitui por análises exploratórias e qualitativas, levantamentos de informações bibliográficas de autores nacionais e internacionais referenciais na temática, possibilitando reflexão e discussão sobre seus relatos. Dessa forma, os resultados mostraram que as estratégias de sobrevivência na cidade sitiada deram-se emergindo de sua necessidade um novo tecido social com particulares funcionamentos no que diz respeito à alimentação, comércio e no que se entende como estrutura social. Todas as estratégias foram de vital importância para a manutenção da resistência propiciando prolongamento da vida dos civis e pela força coletiva de uma cidade que se recusou a desaparecer.

 

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Publicado

2026-06-11