Imaginação e propensão natural à identidade em Hume
DOI:
https://doi.org/10.22409/reh.v6i1%20e%202.67546Abstract
Concentrando-se sobre as duas primeiras seções da Parte IV do primeiro livro do Tratado da natureza humana, propomos neste artigo o estudo da noção de propensão natural à identidade em Hume. Nosso objetivo é apreender os princípios, na imaginação, mediante os quais a mente é levada a conceber a identidade, seja da pessoa seja dos objetos exteriores. Haja vista que, segundo Hume, cada percepção tem uma existência separada e distinguível de todas as outras, é preciso compreender por que prevalece uma tendência a confundir a diferença e a continuidade do mesmo. Para tanto, questionamos o significado do que se apresenta, nas referidas seções do Tratado, como uma naturalidade do pensamento, interpretando-a através da tendência da imaginação a satisfazer-se.
Palavras-chave: Hume, imaginação, identidade, prazer, ficção.
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