[1]
“Materializações da ausência: uma análise morfológica, cognitiva e discursiva do prefixo sem”, Gragoatá, vol. 31, nº 70, p. e70487, set. 2026, Acesso em: 11º de setembro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/70487