TERAPIA PERIODONTAL NÃO CIRÚRGICA: EVIDÊNCIAS SOBRE RASPAGEM MANUAL E DEBRIDAMENTO ULTRASSÔNICO
DOI:
https://doi.org/10.22409/pjpnnd02Resumen
O objetivo do estudo consiste em analisar e sintetizar evidências científicas sobre o desempenho da RAR e DU no controle da doença periodontal inflamatória. Trata-se de uma revisão de literatura narrativa, utilizando os descritores “raspagem manual”, “debridamento ultrassônico”, “terapia periodontal não cirúrgica”, “raspagem periodontal”, “periodontite” e “doença periodontal”, conforme o DeCS. A busca foi conduzida nas bases SciELO, PubMed e BVS, contemplando publicações entre 2000 e 2025. Foram incluídos artigos originais, ensaios clínicos e revisões sistemáticas que comparassem as duas abordagens em pacientes com periodontite, sendo excluídos estudos sem dados comparativos ou que abordassem outras modalidades terapêuticas. Ambas as técnicas são eficazes na redução da inflamação, embora apresentem particularidades. A raspagem manual proporciona maior precisão em áreas de difícil acesso, enquanto o debridamento ultrassônico confere maior rapidez e conforto ao paciente. Evidências também sugerem que a associação das duas estratégias potencializa os resultados clínicos. Conclui-se que a escolha da técnica deve ser individualizada, levando em conta a condição clínica, a habilidade do profissional e a preferência do paciente, de modo a otimizar a eficácia terapêutica e a experiência no tratamento periodontal.
Palavras-chave: Debridamento ultrassônico; Raspagem manual; Raspagem periodontal; Terapia periodontal não cirúrgica; Doença periodontal; Periodontite.