LESÃO PERIFÉRICAS DE CÉLULAS GIGANTES EM PACIENTE PEDIÁTRICO: RELATO DE CASO
DOI:
https://doi.org/10.22409/5xd66f73Abstract
A lesão periférica de células gigantes é um processo proliferativo não neoplásico que acomete mais comumente a região de mandíbula, com predileção por mulheres entre 40 a 60 anos de idade. Porém, raramente, crianças também podem ser afetadas. O objetivo desse trabalho é relatar um caso clínico de lesão periférica de células gigantes em uma criança de 08 anos de idade atendida em uma clínica escola do curso de odontologia de uma faculdade privada de Vitória da Conquista/Bahia com história prévia de extração dentária na região da lesão. Ao exame extraoral, nada digno de nota foi observado, mas ao exame físico intraoral, notou-se uma massa exofítica, sangrante ao toque, localizado em região posterior de mandíbula do lado esquerdo, com limites imprecisos. Ao exame de imagem, nada fora do quadro de normalidade foi notado. A partir disso, a conduta realizada foi a biópsia incisional. O fragmento de biópsia foi encaminhado para o estudo anatomopatológico que foi compatível com lesão periférica de células gigantes. O tratamento estabelecido foi de biópsia excicional e o acompanhamento foi de 01 ano. A lesão periférica de células gigantes é incomum na população pediátrica, porém deve ser considerada um dos diagnósticos diferenciais nos casos de aumento gengival.
Palavras-chave: Criança. Lesão periférica de células gigantes. Patologia Bucal. Medicina Bucal.