Influência do poder coercivo em redes de empresas

Autores

  • Carlos Alberto Chagas Teixeira Universidade Municipal de São Caetano do Sul / Universidade Nove de Julho
  • Marcos Antonio Gaspar Universidade Municipal de São Caetano do Sul
  • Milton Carlos Farina Universidade Municipal de São Caetano do Sul

DOI:

https://doi.org/10.12712/rpca.v7i4.281

Resumo

O objetivo deste estudo foi identificar e caracterizar a existência do poder coercivo nas relações desenvolvidas por grandes bancos junto à rede de empresas e organizações constituída em função de estratégias de ecoeficiência, considerando-se as variáveis presentes no modelo proposto por Hermans (2003). Para tanto, foi realizada uma pesquisa de campo com entrevistas a partir de roteiros semi-estruturados aplicados aos gestores das áreas administrativas dos três maiores bancos privados atuantes no país, bem como aos gestores de empresas e organizações parceiras constituintes da rede. Os resultados da pesquisa de campo indicam que há utilização do poder coercivo exercido pelos bancos junto aos seus parceiros de rede. Porém, o poder coercivo exercido pelo banco é considerado pelos gestores dos bancos como orientações ou diretrizes estipuladas pelo braço forte da relação, ou seja, o banco. Já na visão dos parceiros analisados, o poder coercivo é evidente, porém bem recebido, uma vez que não se verificaram rejeições das empresas e organizações analisadas. Em relação ao impacto do poder coercivo no comprometimento com a relação e na confiança, na visão dos gestores dos bancos e das empresas e organizações parceiras, a utilização do poder coercivo não diminui o comprometimento e nem a confiança existentes entre os envolvidos. Consequentemente, também não se verificou influência significativa na cooperação desenvolvida entre os integrantes das redes de empresas e organizações.

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Biografia do Autor

Carlos Alberto Chagas Teixeira, Universidade Municipal de São Caetano do Sul / Universidade Nove de Julho

Mestre em Administração pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Professor da Universidade Nove de Julho

Marcos Antonio Gaspar, Universidade Municipal de São Caetano do Sul

Doutor em Administração pela USP, docente titular do Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade Municipal de São Caetano do Sul

Milton Carlos Farina, Universidade Municipal de São Caetano do Sul

Doutor em Administração pela USP, docente titular do Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade Municipal de São Caetano do Sul

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Publicado

2013-12-30

Edição

Seção

Artigos/Papers