Três linhas de defesa

Governança de cooperativas de crédito

Autores

  • Istvan Kasznar Fundação Getúlio Vargas

DOI:

https://doi.org/10.12712/rpca.v.202.71261

Resumo

As três linhas de defesa são formas pelas quais organizações criam processos intraorganizacionais corporativos para otimizar resultados com monitoramento, fiscalização. O artigo objetiva a análise das defesas, da regulamentação do Banco Central, riscos incorridos e evitar fraudes corporativas. A configuração da defesa operacional entre a presidência, diretorias é fundamental para redução de riscos. A metodologia inclui pesquisa da literatura, COSO e análise da legislação, com prática da defesa das cooperativas. Apresenta-se a importância das linhas de defesa, gestão para resultados, meios para evitar alocações equivocadas. Resultam recomendações de compliance, accountability, análise corporativa e de riscos, integração, legislação e contra falhas.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

As práticas de auditoria interna em uma cooperativa de crédito sob a perspectiva do COSO II. (2017). Sociedade, Contabilidade e Gestão, 12(2).

Banco Central do Brasil. (2009). Auditoria externa nas cooperativas: Atuação de entidade exclusiva. In Seminário Banco Central do Brasil sobre Governança Cooperativa – Norte. Belém, PA.

Banco Central do Brasil. (2009). Governança cooperativa: Diretrizes e mecanismos para fortalecimento da governança em cooperativas de crédito.

Banco Central do Brasil. (n.d.). Circular nº 3.467: Estabelece critérios para elaboração de relatórios de avaliação da qualidade e adequação do sistema de controles internos. https://www.bcb.gov.br

Banco Central do Brasil. (2021). Resolução BCB nº 4.910, de 27 de maio de 2021: Dispõe sobre auditoria independente para instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (1998). Resolução nº 2.554, de 24 de setembro de 1998: Dispõe sobre a implantação e implementação de sistemas de controles internos nas instituições financeiras. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (n.d.). Resolução nº 2.771: Aprova regulamento que disciplina a constituição e o funcionamento de cooperativas de crédito. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (n.d.). Resolução nº 3.859: Dispõe sobre normas relativas à constituição e ao funcionamento de cooperativas de crédito. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?numero=3859&tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (2015a). Resolução nº 4.434, de 5 de agosto de 2015: Dispõe sobre a constituição, autorização para funcionamento e alterações estatutárias de cooperativas de crédito. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (2015b). Resolução nº 4.454, de 17 de dezembro de 2015: Dispõe sobre auditoria cooperativa no segmento de cooperativas de crédito. https://www.legisweb.com.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (2017). Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017: Dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações nas instituições financeiras. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil, Conselho Monetário Nacional. (2022). Resolução nº 5.051, de 25 de novembro de 2022: Dispõe sobre a organização e o funcionamento de cooperativas de crédito. Banco Central do Brasil. https://www.bcb.gov.br

Brasil. (1971). Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971: Define a Política Nacional de Cooperativismo, institui o regime jurídico das sociedades cooperativas e dá outras providências. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br

Basel Committee on Banking Supervision. (1988). International convergence of capital measurement and capital standards (Basel Capital Accord). Bank for International Settlements. https://www.bis.org

Basel Committee on Banking Supervision. (2004). International convergence of capital measurement and capital standards: A revised framework (Basel II). Bank for International Settlements. https://www.bis.org

Basel Committee on Banking Supervision. (2010). Basel III: A global regulatory framework for more resilient banks and banking systems. Bank for International Settlements. https://www.bis.org

Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission. (2013). Internal control—Integrated framework: Principles.

Cooperative credit societies: Credit unions in America and in foreign countries: The Raiffeisen and Schulze-Delitzsch models. (2018).

Credit cooperatives in India: Past, present and future. (2023). Routledge.

European Confederation of Institutes of Internal Auditing, & Federation of European Risk Management Associations. (n.d.). Guidance on the 8th EU Company Law Directive, Art. 41.

Khafagy, A. (n.d.). The economics of financial cooperatives. Springer Nature.

Organisation for Economic Co-operation and Development. (2005). Diretrizes da OCDE sobre governança corporativa para empresas de controle estatal.

Silva, A. M. da (Ed.). (2024). Conversando com o sistema. SBERJ – Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro; Gráfica S.

The Institute of Internal Auditors. (2023, January). As três linhas de defesa no gerenciamento eficaz de riscos e controle.

Downloads

Publicado

2026-10-21

Edição

Seção

Artigos/Papers