Cinética da proteína total, ceruloplasmina e fibrinogênio em cordeiros Santa Inês durante os primeiros cinco meses de vida

Autores

  • Jean Silva Ramos Universidade de São Paulo/Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • Aloisio Bitencourt Nascimento Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • José Tadeu Raynal Rocha-Filho Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • Maria Consuêlo Caribé Ayres Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • Alberto Lopes Gusmão Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • Bruno Lopes Bastos Universidade Federal da Bahia/Instituto Multidisciplinar de Saúde
  • José Eugênio Guimarães

Palavras-chave:

neonatos, proteínas de fase aguda, resposta de fase aguda

Resumo

Objetivou-se estudar em cordeiros da raça Santa Inês a cinética da proteína total, fibrinogênio e ceruloplasmina como marcadores biológicos. Amostras de sangue foram colhidas de 22 animais, do município de São Gonçalo dos Campos, Bahia, ao longo de onze momentos: logo após o parto (T0), 12 horas (T1), 24 horas (T2), 48h (T3), sete dias (T4), 15 dias (T5), 30 dias (T6), 2 meses (T7), 3 meses (T8), 4 meses (T9), e 5 meses (T10). A proteína total e o fibrinogênio plasmáticos foram analisados por meio de refratômetro clínico e pela técnica de desnaturação pelo calor, respectivamente, enquanto que a determinação da ceruloplasmina sérica se baseou em sua atividade oxidásica. Para análise estatística utilizou o programa SPSS versão 18; o teste de Wilcoxon para amostras pareadas, com distribuição não paramétrica e ANOVA seguido do teste de Bonferroni adotado para medidas paramétricas, com nível de significância de 5% (p<0,05) para ambos os testes. O fibrinogênio não apresentou diferença estatística entre os tempos, enquanto que a proteína total apresentou o menor valor no T0 diferindo estatisticamente dos demais tempos, com pico às 12 horas (T1), porém estabilizando-se até o final do experimento. A ceruloplasmina elevou-se no período estudado, sendo que dos tempos T0 ao T3 não houve diferença estatística, porém nos tempos T8 e T9 esta diferença foi observada em relação aos demais tempos. Foi possível estabelecer a cinética das proteínas estudadas e observar os principais momentos em que as concentrações destas proteínas apresentaram alterações.

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Biografia do Autor

Jean Silva Ramos, Universidade de São Paulo/Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia

Metrando no departamento de Clínica Médica com experiência na área de Clínica Veterinária

Aloisio Bitencourt Nascimento, Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

Médico Veterinário com experiência na área de Medicina Veterinária de Produção

José Tadeu Raynal Rocha-Filho, Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

Doutor em biotecnologia com experiência nas áreas de Imunologia e Parasitologia

Maria Consuêlo Caribé Ayres, Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

Professor Associado do Departamento de Anatomia, Patologia e Clínicas Veterinária com experiência na área de Clínica de Ruminantes

Alberto Lopes Gusmão, Universidade Federal da Bahia/Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

Professor titular do Departamento de Anatomia, Patologia e Clínicas Veterinária com experiência na área de Fisiopatologia da Reprodução Animal

Bruno Lopes Bastos, Universidade Federal da Bahia/Instituto Multidisciplinar de Saúde

Professor Adjunto de Biotecnologia com experiência nas áreas de imunoinformática, imunoensaios, vacinas e bioquímica clínica animal

José Eugênio Guimarães

Professor titular do Departamento de Anatomia, Patologia e Clínicas Veterinária com experiência na área de Patologia Clínica Veterinária

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Publicado

2018-12-01

Edição

Seção

Patologia e Análises Clínica Veterinária