TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA: MAPEAMENTO DOS ESPAÇOS PROMOTORES DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO CONTRA MULHERES NEGRAS NO IFRN
DOI:
https://doi.org/10.22409/aazckv34Palavras-chave:
Violência de gênero, Mulheres Negras, Práticas pedagógicas de resistência, Educação ProfissionalResumo
Este estudo teve como objetivo mapear os espaços promotores de práticas pedagógicas de enfrentamento à violência de gênero contra mulheres negras no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Teoricamente, utilizamos Gonzalez (2020), Costa, Lima Neto e Thomas (2024), Costa e Lima Neto (2024), Costa (2022), Franco (2016), Veiga (2011), Araújo (2014) e Araujo e Frigotto (2015). A pesquisa ocorreu em duas fases: a primeira envolveu a aplicação de um formulário do Google. Na segunda fase, foi realizada uma análise documental dos espaços mapeados com base na Análise Textual Discursiva (ATD). Foram apontados nove espaços, sendo os selecionados para este estudo o Observatório da Diversidade, o Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade (NEGêDi) e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI). Esses centros fazem parte das políticas institucionais de promoção da igualdade e da diversidade no IFRN. A análise desses espaços nos permite compreendê-los como territórios de resistência. Eles representam a possibilidade de construir um ambiente escolar mais digno e justo para mulheres negras, cujas experiências são marcadas pelas intersecções entre racismo e sexismo.
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