ROMPENDO SILÊNCIOS – MULHERES INDÍGENAS E O ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/fwb89r83

Palavras-chave:

mulheres indígenas, violência de gênero, organizações

Resumo

O estudo analisa como as mulheres indígenas brasileiras fazem o enfrentamento à violência de gênero. A pesquisa é qualitativa e documental. Os dados revelam que as mulheres indígenas vivenciam múltiplas formas de violência, decorrentes da condição de gênero, de fatores étnico-raciais e territoriais, interseccionalidades de opressões. Observa-se a consolidação de coletivos e organizações de mulheres indígenas que, articuladas em rede, ampliam a visibilidade de suas pautas. Conclui-se que as mulheres indígenas têm transformado invisibilidade em força coletiva, e que a luta contra a violência de gênero não se dissocia da defesa dos territórios, da preservação ambiental e da afirmação identitária.

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Biografia do Autor

  • Maria Carolina Carvalho Motta, Universidade Federal de Goiás

    Doutora em Ciências Sociais no Centro de Estudos Latinoamericanos (ELA) pela UnB. Mestre em Direitos Coletivos e Cidadania pela Universidade de Ribeirão Preto. Graduada em Direito pela Faculdades Milton Campos e em História pela Universidade Estadual de Goiás. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Goiás no Curso de Direito. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Gênero, Democracia e Direitos Humanos. Tutora do Programa de Educação Tutorial do Ministério da Educação/FNDE (Grupo PET VILA BOA). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Administrativo e Direito Tributário e em estudos de Gênero e Políticas Públicas. Atua, principalmente, nos seguintes temas: Justiça Social e Fiscal, Políticas Públicas, Accountability, Teorias da Justiça e Desigualdade de Gênero.

  • Juliana Rasmussen Cardoso, Universidade Federal de Goiás

    Mestre em Administração Pública pela Universidade Federal de Goiás, possui Especialização em Gestão Ambiental e Graduação em Administração em Turismo, ambas pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Atualmente trabalha na Coordenação de Museologia do Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás.

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Publicado

18-09-2026