[ecología] PARABYAÍBAYALA

sueños y deli(rios) con el Rio Paraíba do Sul

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/2y4dah64

Palabras clave:

Arte ambiental, Cuerpo, Fabulación, Pensamiento amerindio, Vídeo-performance

Resumen

Nascido da confluência de outras correntes fluviais, o rio Paraíba do Sul chega na planície do extremo norte-fluminense compondo-a em camadas sedimentares desde antes mesmo que na região tivéssemos as categorias de cidade e antes de termos o nome que consentimos hoje: Campos dos Goytacazes. Parabyaíbayala - junção das palavras “Paraíba” e “Abya Yala” - nasce como uma vídeo-performance que busca explorar a relação rio-sonho-corpo-imagem articulada à ancestralidade desse rio que atravessa diferentes territórios, mapeando como ele nos afeta no campo onírico e no performático. A partir dessa performance, buscamos apresentar o relato de uma experiência atravessada pela multiplicidade dos entrelaçamentos possíveis do corpo-sujeito com o corpo-natureza  no campo da performance. Rio-recurso? Rio-ente? Rio-pessoa? Qual a nossa relação com o rio? A água se faz essencial na higiene, no deleite, na subsistência da vida em geral. Ingerimos o rio a vida toda, nos banhamos em suas águas de maneira indireta. Mas para além de sua condição de recurso, quais fabulações o rio pode nos contar? O rio sonha? Quais aberturas, fendas, frestas, brechas, buracos devem ser provocados no cotidiano para estabelecer comunicação?

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Biografía del autor/a

  • Rachell Batista, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense
    Rachell Rosa (Campos dos Goytacazes, 1999) es actriz, performer, educadora artística y productora. Se encuentra en la fase final de la carrera de Teatro en el IFFluminense. Integra el “Grupo Erosão de teatro y artes visuales” desde 2019, participando en el espectáculo de calle “Tempontal”, en el proyecto “Museu Ambulante” y actualmente en el proceso “Convivência é uma island”. También fue actriz del grupo Moinho Cênio, participando del espectáculo callejero “Foi por Amor” (2018) y “Hediondez” (2023). Facilitó talleres de Teatro del Oprimido en la Escuela Municipal Farol de São Thomé y en el Centro de Asistencia Social y Terapéutica Diva Marina Goulart - APOE, a través del proyecto TOCA: Teatro del Oprimido y Comunidades, entre 2022 y 2023. Fue voluntaria en el Extensionista del proyecto SARAVÁ GIRAMUNDO – diálogos de formación entre la comunidad tradicional, educación básica y formación docente, en el año 2023. Interesada en artes integradas y socioambientales. A partir de esto, concibió, produjo y actuó en la video performance “PARABYAÍBAYALA” (2023), resultado del Laboratorio Creativo: Ficciones Intramundanas propuesto por el Grupo Foz, componiendo una Antología Poética, cuyo estreno está previsto para el 8 de abril. 2024. Actualmente cuenta con una beca de Iniciación Docente, impartiendo talleres de Teatro en el Liceu de Humanidades de Campos a través del PIBID-ARTES.
  • Julia Naidin, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro: Campos Dos Goytacazes, RJ, BR

    Es investigadora, curadora y cofundadora de la residencia artística "CasaDuna, Centro de Arte, Investigación y Memoria de Atafona", un proyecto enfocado en metodologías de investigación-acción contextual e interdisciplinaria, particularmente en el campo del arte en un territorio que enfrenta una crisis ambiental. Participa como actriz/performer en el colectivo de teatro Grupo Erosão, activo entre Río de Janeiro y São João da Barra. Tiene una Maestría y un Doctorado en Filosofía por la Universidad Federal de Río de Janeiro, con un posdoctorado en Políticas Sociales en la Universidad Estatal del Norte Fluminense y una investigación posdoctoral en Artes financiada por CNPQ. Desde 2017, está involucrada con Grupo Erosão, trabajando con archivos, proyectos audiovisuales, teatro y museología.

Referencias

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Publicado

2025-12-11

Número

Sección

Dossiê Cultivando cuidado: experimentações ético-estético-políticas desde perspe