Psicanálise e memória
DOI:
https://doi.org/10.22409/contracampo.v0i01.357Resumo
Analisando as mais representativas concepções não-freudianas de memória, desde a concepção psicológica de Henri Bergson (1896), o estudo detém-se na concepção freudiana esboçada desde o fim do século XIX. Reflete sobretudo sobre as duas principais consequências dessa última abordagem, representada por Lacan e pelos autores que renovaram a questão da cientificidade histórica para além da Ciência Lógica de Hegel e do materialismo histórico marxista.Downloads
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