Mundialização do conhecimento científico, distribuição de poder e controle do privilégio epistêmico na Geografia.

Autores

  • Joseli Maria Silva Universidade Estadual de Ponta Grossa
  • Marcio Jose Ornat Universidade Estadual de Ponta Grossa

DOI:

https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2016.v18i36.a13742

Palavras-chave:

Mundialização do Conhecimento, Poder, Privilégio Epistêmico

Resumo

Este artigo tem por objetivo evidenciar alguns dos elementos que sustentam a lógica de centralidade do discurso científico anglo-americano nas redes mundiais de conhecimento, bem como destacar as mazelas da influência desta hegemonia científica nos processos de identificação das sexualidades no Brasil. Os argumentos do texto estão baseados nos princípios epistêmicos expressos na Sessão Publishing for Non-Native Speakers of English, que fez parte do Encontro Anual da Association of American Geographers (AAG) realizado em Tampa, Flórida, em abril de 2014. A organização das redes mundiais de conhecimento científico tem reforçado o lugar de enunciação anglo-americano que cria as representações de mundo que extrapolam o cenário acadêmico, atingindo também as experiências cotidianas e os movimentos sociais e políticos de travestis e transexuais brasileiras.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Joseli Maria Silva, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Bacharel e Licenciada em Geografia pela UEPG, Mestre em Geografa pela (UFSC), Doutora em Geografia pela UFRJ. Pós-doutorado na Universidade Complutense de Madri

Marcio Jose Ornat, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Bacharel e Licenciada em Geografia pela UEPG, Mestre em Geografa pela (UEPG), Doutor em Geografia pela UFRJ

Downloads

Publicado

2016-05-31

Edição

Seção

Artigos