LA “DIÁSPORA” EN LA PAMPA DE RIO GRANDE DO SUL: (MULTI)TERRITORIALIZACIÓN EN EL CONTROVERTIDO AUGE DE LA SOJA TRANSGÉNICA
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2025.v27i58.a62329Palabras clave:
diáspora, pampa, sojicultura transgênica, realidade socialResumen
Este artículo analiza la configuración de la dinámica poblacional de los municipios de la Pampa de Rio Grande do Sul, los cinco mayores territorios hegemonizados por el cultivo de soja transgénica en el estado de Rio Grande do Sul: Tupanciretã, São Gabriel, Júlio de Castilhos, Cachoeira do Sul y Dom Pedrito. A través de las premisas del materialismo histórico y dialéctico, incorporado por el método comparativo, se verificó la ocurrencia de un controvertido fenómeno de "diáspora", de deserción de estos municipios. Esto contradice la poderosa narrativa actual, que proclama un éxito formidable en las áreas hegemónicas. Metodológicamente, se compara la dinámica poblacional de los cinco principales productores de soja en la zona del estado con otros cinco, con población similar, pero de primacía industrial, considerando variables como la emancipación de los distritos. El trabajo también analiza algunas de las limitaciones de este fenómeno: la dinámica del suelo, la generación de empleos e ingresos, y los indicadores de calidad de vida. Hay concentración de la tierra y reducción de las áreas de producción de alimentos de la agricultura familiar, lo que se traduce en un éxodo rural; la menor generación de empleos; peores índices de desarrollo humano y distribución del ingreso, en municipios con primacía sojera. Por tanto, es notable la relación entre las peores condiciones de vida en los municipios sojeros y la permanencia de la “diáspora”.
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