LAS DINÁMICAS DE MARGINACIÓN EN LOS MARETORIOS URBANOS DE LAS REGIONES METROPOLITANAS DE RÍO DE JANEIRO Y DEL GRANDE VITÓRIA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i61.a65261

Palabras clave:

Grupos marginales, metrópolis, geografias de la pesca

Resumen

Las dinámicas urbanas pueden actuar como mecanismos que marginan y excluyen a ciertos grupos sociales. Los procesos de marginación y exclusión, a su vez, adquieren mayores dimensiones en los grandes centros urbanos. Los recolectores de cangrejos son individuos que históricamente han estado en una posición marginal, ya que inician la actividad en condiciones de desempleo, subempleo o pobreza. Sin embargo, la posición marginada no se da sólo por esta condición, pero también por los diversos conflictos socioambientales que surgen en los maretórios en los que operan estos individuos y la ausencia del Estado en la resolución de los problemas. En este sentido, el objetivo del presente estudio es analizar geográficamente las dinámicas urbanas que marginan a los recolectores de cangrejos en la Región Metropolitana de Río de Janeiro (RMRJ) y Región Metropolitana de la Grande Vitória (RMGV). Este estudio contribuye a la investigación geográfica sobre grupos sociales marginados en Brasil al demostrar cómo los procesos de urbanización generan e intensifican desigualdades socioespaciales que afectan directamente los medios de vida, los territorios y las formas de reproducción social de estos trabajadores. Al examinar estas dinámicas, el estudio contribuye a una comprensión más amplia de las relaciones entre urbanización, marginación y conflictos socioambientales, sentando las bases para la reflexión y la acción orientadas al reconocimiento de estos grupos y a su presencia continua en sus maretórios.

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Publicado

2026-09-22

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

LAS DINÁMICAS DE MARGINACIÓN EN LOS MARETORIOS URBANOS DE LAS REGIONES METROPOLITANAS DE RÍO DE JANEIRO Y DEL GRANDE VITÓRIA. GEOgraphia, Niterói, v. 28, n. 61, 2026. DOI: 10.22409/GEOgraphia2026.v28i61.a65261. Disponível em: https://periodicos.uff.br/geographia/article/view/65261. Acesso em: 2 oct. 2026.