A dança-de-ombros de Mário de Andrade: surupango da vingança

Autores

  • Vagner Camilo Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.22409/gragoata.v21i41.33424

Palavras-chave:

Mário de Andrade, poesia, “Danças”, “Reconhecimento de Nêmesis”, Modernismo.

Resumo

Este artigo analisa “Danças” (1924), de Mário de Andrade, e a reflexão que o poeta desenvolveu sobre as dimensões estética e ética implicadas nos versos, especialmente nas cartas endereçadas aos amigos, que respondem pela primeira recepção do poema. A mudança de atitude em relação a seu próprio poema é examinada em consonância com as dúvidas e conflitos que assolarão poetas e artistas na transição dos anos 1920 e 1930.

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Biografia do Autor

Vagner Camilo, Universidade de São Paulo (USP)

Professor associado 1 (livre-docente) de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo, com pesquisas voltadas para os seguintes temas relacionados à historiografia e à crítica literárias: poesia brasileira do século XIX, poesia brasileira do século XX (Carlos Drummond de Andrade, Jorge de Lima, João Cabral...), crítica de poesia (Sérgio Buarque de Holanda), recepção de idéias críticas no Brasil e relações entre lírica, história e sociedade. Possui graduação em Letras (Língua e Literatura Portuguesas) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1988), mestrado em Teoria e História Literárias pela Universidade Estadual de Campinas (1993), doutorado em Teoria e História Literárias pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e livre-docência em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (2013). É membro do projeto de pesquisa "La voz de los libros y el cambio digital. Figuras del archivo lingüístico-literario ibérico y brasileño de los siglos áureos a la actualidad", vinculado à Universidad de Salamanca, e responsável por dois convênios internacionais da FFLCH/USP, com a Universidade de Poitiers e com a Sapienza de Roma. É autor de Drummond: da Rosa do povo à rosa das trevas (2000).

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Publicado

2016-12-28

Edição

Seção

Artigos de Literatura