“Eu adoro o horror”: abjeção e testemunho no conto “O bebê de tarlatana rosa”, de João do Rio

Autores

  • João Paulo Ayub Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão

DOI:

https://doi.org/10.22409/gragoata.2016n41a33431

Palavras-chave:

João do Rio, Rua, abjeção, testemunho, carnaval.

Resumo

Para João do Rio, "a alma da rua só é inteiramente sensível a horas tardias". O artigo trabalha a relação entre a linguagem, o testemunho e abjeção no conto “O bebê de tarlatana rosa”. Na análise do conto, a Rua e o Carnaval surgem enquanto dimensão existencial e espaço privilegiado de manifestação de aspectos fundamentais da dinâmica da vida do indivíduo e da coletividade.

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Biografia do Autor

João Paulo Ayub, Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão

Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Pós-doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Professor substituto na Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão. Tem experiência nas áreas de Sociologia, Antropologia, Estudos Literários e Ciência Política. Trabalhou com os temas do poder, biopolítica, governo de si e dos outros no pensamento de Michel Foucault durante a graduação em Ciências Sociais e Mestrado em Sociologia. Desenvolveu em sua Tese de Doutorado um estudo sobre a linguagem e a experiência na literatura de Graciliano Ramos. Projeto desenvolvido no estágio de pós-doutoramento: "Vidas à deriva: as rotas da exclusão em Lasar Segall e Moacyr Scliar". Atualmente realiza pesquisas nas áreas: Estudos Foucaultianos, Literatura e Pensamento Social, Cultura e Violência.

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Publicado

2016-12-28

Edição

Seção

Artigos de Literatura