Tempo, homem, poesia: um passeio pela temporalidade em Felipe Fortuna

Autores

  • Antonio Rediver Guizzo Universidade da Integração Latino-Americana - UNILA

DOI:

https://doi.org/10.22409/gragoata.v21i41.33437

Palavras-chave:

Literatura, lírica, temporalidade, Felipe Fortuna.

Resumo

O tempo é uma questão fundamental na compreensão da relação entre o homem e o mundo e, igualmente, no entendimento das manifestações literárias. Os diversos ritmos e temporalidades que perpassam a experiência humana no mundo desvelam a compreensão do ser sobre si manifesta nas produções literárias. O tempo absoluto de Newton, a relatividade de Einstein, o tempo da consciência de Agostinho, a ontologia temporal de Heidegger, o tempo sagrado e profano da estrutura religiosa do pensamento são algumas das janelas pelas quais podemos observar a relação entre homem e tempo. Neste artigo, investigamos as concepções temporais encontradas na lírica do poeta Felipe Fortuna, mais especificamente, nos poemas que compõem a seção “Seres” da obra Estante (1997), observando a riqueza complementar entre os diversos modos sobre os quais homem e tempo constroem-se mutuamente na lírica do poeta. 

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Biografia do Autor

Antonio Rediver Guizzo, Universidade da Integração Latino-Americana - UNILA

Possui graduação em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, (2003), Pós-Graduação latu sensu pela Faculdade do Iguaçu em Lingua Portuguesa e Literatura (2006), Pós-Graduado em Métodos e Técnicas de Ensino pela UTFPR (2013), Mestrado em Letras - Área de Concentração: Linguagem e Sociedade; Linha de Pesquisa: Linguagem Literária e Interfaces Sociais - pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, (2009); Doutorado em Letras pela UNIOESTE de Cascavel (2014); Acadêmico do curso de Bacharel em Direito UNIOESTE de Marechal Cândido Rondon (2011) . Atualmente, é professor adjunto (dedicação exclusiva) da UNILA.

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Publicado

2016-12-28

Edição

Seção

Artigos de Literatura