DITADURAS DO CONE SUL: A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA DE RESISTÊNCIA A PARTIR DO ARAGUAIA

Autores

  • Rafaela Mano Elisário UCP

DOI:

https://doi.org/10.0000/hoplos.v3i4.38190

Resumo

As ditaduras dos países do chamado Cone Sul representaram um período de autoritarismo institucional com restrição das liberdades democráticas e aplicação sistêmica de práticas de tortura na América Latina. Cada país que atravessou o enfrentamento aos regimes ditatoriais produziu suas próprias estratégias e ferramentas na busca pelo restabelecimento democrático. Neste sentido, analisaremos uma das experiências fabricadas em solo brasileiro e que compõe o conjunto de movimentos contrários as ditaduras do Cone Sul. A resistência, em suas mais diversas formas, nasce como elemento fundamental na oposição à Ditadura Civil- Militar Brasileira. Os movimentos, organizações e partidos de esquerda, na perspectiva da luta pelo retorno da democracia no país, trouxeram à tona os debates teóricos e, por conseguinte práticos, a serem utilizados como caminho para superação do regime militar e construção de um governo popular e soberano. Neste contexto, a luta armada surgiu como uma das alternativas de resistência ao estado de exceção estabelecido a partir de 1964 no país e o Partido Comunista do Brasil, através das suas opções teóricas e alinhamento político, atuou a partir da Guerrilha do Araguaia no enfrentamento armado frente ao período de interrupção do ciclo democrático no Brasil.

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Biografia do Autor

Rafaela Mano Elisário, UCP

Graduada em História pela Universidade Católica de Petrópolis e possui experiência em pesquisas sobre Ditadura

Militar no Brasil e os movimentos de resistência e experiência em pesquisas

historiográficas sobre História Regional com ênfase em História de Petrópolis.

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Publicado

2019-10-09

Como Citar

Elisário, R. M. (2019). DITADURAS DO CONE SUL: A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA DE RESISTÊNCIA A PARTIR DO ARAGUAIA. Revista Hoplos, 3(4), 85-101. https://doi.org/10.0000/hoplos.v3i4.38190

Edição

Seção

Artigos