Vitrine e território: estudo sobre uma vitrine de dermocosmético na capital do Espírito Santo

Autores

  • Melissa Peixoto Universidade Federal do Espírito Santo
  • Flávia Mayer dos Santos Souza Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

DOI:

https://doi.org/10.22409/k4cjyq64

Palavras-chave:

Semiótica, Território, Vitrine

Resumo

O artigo apresenta a análise do discurso de uma vitrine de dermocosmético na capital do Espírito Santo no período de outubro de 2024 a janeiro de 2025 a partir da semiótica plástica e da semântica discursiva, além de recuperar a axiologia de Floch (2014).  A pretensão é compreender como se dá a geração de sentidos na construção de uma vitrine e o modo como propõe estabelecer diálogo com os passantes. Dessa forma, é possível perceber a construção de uma estratégia e de uma identidade para a marca ao longo do período, que oscila considerando os passantes e a agenda do comércio.

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Biografia do Autor

  • Melissa Peixoto, Universidade Federal do Espírito Santo

    Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Universidade Federal do Espírito Santo.

  • Flávia Mayer dos Santos Souza, Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

    Doutora em Educação pelo Universidade Federal do Espírito Santo/Ufes. Docente do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Ufes.

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Publicado

2025-10-07

Como Citar

Vitrine e território: estudo sobre uma vitrine de dermocosmético na capital do Espírito Santo. (2025). Mídia E Cotidiano, 19(3), 225-250. https://doi.org/10.22409/k4cjyq64