Vitrine e território: estudo sobre uma vitrine de dermocosmético na capital do Espírito Santo
DOI:
https://doi.org/10.22409/k4cjyq64Palavras-chave:
Semiótica, Território, VitrineResumo
O artigo apresenta a análise do discurso de uma vitrine de dermocosmético na capital do Espírito Santo no período de outubro de 2024 a janeiro de 2025 a partir da semiótica plástica e da semântica discursiva, além de recuperar a axiologia de Floch (2014). A pretensão é compreender como se dá a geração de sentidos na construção de uma vitrine e o modo como propõe estabelecer diálogo com os passantes. Dessa forma, é possível perceber a construção de uma estratégia e de uma identidade para a marca ao longo do período, que oscila considerando os passantes e a agenda do comércio.
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