Intuição, comunhão e dádiva (conversa entre Guilherme Vaz e Luiz Guilherme Vergara)

Autores

  • Guilherme Vaz Artista independente
  • Luiz Guilherme Vergara Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.22409/poiesis.2033.277-292

Palavras-chave:

infinito, dádiva, silêncio, conexão improvável, comunhão

Resumo

Entrevista realizada com Guilherme Vaz retomando dois tópicos que alimentaram vários encontros com o artista – infinito e dádiva. Esta gravação foi feita dentro da exposição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ, 2016) – Uma Fração do Infinito, com curadoria de Franz Manata. No ambiente expositivo ressoava a repetição em forma de mantra de uma obra sonora que se reduz a uma frase: “ande por qualquer lugar, por qualquer distância, de qualquer maneira”. Assim, também essa frase inspirou o roteiro desta conversa que também é uma fração do infinito... começando em qualquer lugar, deixando o pensamento livre para seguir em qualquer direção e de qualquer maneira. Dessa maneira, em Intuição, comunhão e dádiva registramos a última entrevista e o registro de pensador-coiote, rompendo com o antropocentrismo e até mesmo com o articentrismo, da savana às transbordas onde emerge uma filosofia do pensar floresta entre artes visuais, conceituais e sonoras.

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Biografia do Autor

Guilherme Vaz, Artista independente

Guilherme Vaz foi um dos pioneiros da arte conceitual no Brasil e um dos criadores da Unidade Experimental do
MAM-RJ. Como artista, atuou em diferentes cenários que incluíam a música, as artes visuais e a arte sonora. Gui-
lherme Vaz faleceu no Rio de Janeiro em 2018.

Luiz Guilherme Vergara, Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil

Luiz Guilherme Vergara é professor associado do Departamento de Arte e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. É cofundador do Instituto MESA e coeditor da Revista MESA. 

Referências

VAZ, Guilherme. Uma Fração do Infinito. 2015. Disponível em http://institutomesa.org/RevistaMesa_2/uma-fracao-do-infinito/

PEDROSA, Mario. Anacronismo de uma utopia: reflexões em torno da Nova Capital. In AMARAL, Aracy (Org.). Mario Pedrosa: dos murais de Portinari aos espaços de Brasília. São Paulo: Perspectiva, 1981.

OITICICA, Hélio. Catálogo Exposição Centro de Arte Helio Oiticica. Rio de Janeiro: Projeto Hélio Oiticica, 1996.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

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Como Citar

Vaz, G., & Vergara, L. G. (2019). Intuição, comunhão e dádiva (conversa entre Guilherme Vaz e Luiz Guilherme Vergara). REVISTA POIÉSIS, 20(33), 277-292. https://doi.org/10.22409/poiesis.2033.277-292