REFLEXÕES SOBRE A DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO EM CURSOS TÉCNICOS NO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS (IFAL): UMA AUTOETNOGRAFIA FEMINISTA
A feminist autoethnography
DOI:
https://doi.org/10.22409/cfm1pm04Palavras-chave:
Autoetnografia feminista., Cursos técnicos e tecnológicos., Divisão sexual do trabalho.Resumo
Este artigo analisa os efeitos da divisão sexual do trabalho nos cursos técnicos do Instituto Federal de Alagoas (IFAL), a partir de uma autoetnografia feminista baseada em nossas experiências como docentes. Discutimos como os discursos e as práticas de professoras/es reforçam estereótipos de gênero, desmotivando alunas em áreas predominantemente masculinas, como Mecânica e Agropecuária. Os resultados revelaram situações de exclusão, silenciamento e a associação de habilidades técnicas a papéis domésticos. Defendemos a desconstrução dessas práticas para transformar a escola em um espaço equitativo, no qual todas/os possam desenvolver suas potencialidades sem barreiras de gênero. O estudo contribuiu para reflexões sobre desigualdades de gênero no ensino básico, técnico e tecnológico.
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Copyright (c) 2026 Maryana Josina Tavares da Rocha, Sérgio Ifa

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