A MÃE E HÁ-MULHER: HISTÓRIAS QUE SANGRAM

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/fvxmaw88

Palabras clave:

menstruação, feminismos, psicologia social, representações sociais

Resumen

Esse artigo compõe uma pesquisa de doutorado que analisou a experiência de meninas e mulheres com a menstruação em um contexto de baixa renda na cidade de Santa Maria, da Região Sul do Brasil. Neste artigo apresentamos os resultados das entrevistas individuais realizadas com mulheres/mães de meninas que participam das atividades de uma instituição socioassistencial. Amparada nas epistemologias feministas e na Teoria das Representações Sociais, realizamos a análise de conteúdo das entrevistas. Identificamos que os saberes sobre a menstruação estão associados ao silenciamento da experiência com o “sangrar” e entrelaçados com os fenômenos histórico-culturais, econômicos, políticos e com as vivências geracionais.

 

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Biografía del autor/a

  • Mariana de Almeida Pfitscher, Universidade Federal de Santa Maria

    Psicóloga. Doutora em Psicologia, pela Universidade Federal de Santa Maria. Mestre em Psicologia, pela Universidade Federal de Santa Maria. 

  • Adriane Roso, Universidade Federal de Santa Maria

    Adriane Roso; Doutora em Psicologia - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) ; Docente da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).



  • André Oliveira Costa, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Doutor em Educação - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).  



  • Adriane Roso, Universidade Federal de Santa Maria

    Doutora em Psicologia - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS); Professora Titular da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 

Publicado

2026-09-18