DESENHANDO CORPOS-TERRITÓRIOS

PERTENCIMENTO, CUIDADO E PRODUÇÃO DE COMUNS ENTRE MULHERES DE POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/t7xzd662

Palabras clave:

Corpo, Território, Mulheres, Cuidado, Comum

Resumen

O artigo discute a utilização da metodologia de mapeamento dos corpos- territórios junto a mulheres de povos e comunidades tradicionais de Sergipe. Ao radicalizar a indissociabilidade entre a defesa do território contra a expropriação e a devastação neoliberais, e a defesa dos corpos contra violências misóginas e patriarcais, acompanhamos mulheres através de desenhos de suas vivências territoriais, dores e alegrias, lutas e pertencimentos. Por meio dos desenhos, a metodologia evidenciou a produção de comuns entre as mulheres, a ênfase no cuidado coletivo, o compartilhamento de práticas de resistência, a articulação entre corpo-território e território existencial, além da ideia de corpo como território movente de mulheridades.

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Biografía del autor/a

  • Lívia de Rezende Cardoso, Universidade Federal de Sergipe

    Professora do Departamento de Biologia e do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe. Coordenadora do Observatório Popular de violências, pela Vida de mulheres de comunidades tradicionais de Sergipe (OPOPVida/UFS).

  • Luísa Horn de Castro Silveira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Doutora em Psicologia Social (UFRGS); em estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Sergipe, junto ao Projeto de Fortalecimento Sociopolítico das Marisqueiras do litoral de Sergipe (PEAC/UFS), compondo a equipe do Observatório Popular de violências, pela Vida de mulheres de comunidades tradicionais de Sergipe (OPOPVida/UFS).

  • Michele de Freitas Faria de Vasconcelos, Universidade Federal de Sergipe

    Professora do Departamento de Psicologia e dos Programas de Pós-graduação em Psicologia e em Educação da Universidade Federal de Sergipe. Coordenadora adjunta do Observatório Popular de violências, pela Vida de mulheres de comunidades tradicionais de Sergipe (OPOPVida/UFS).

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Publicado

2026-10-30