ENTRE A FERIDA E A RAIZ

FEMINISMO DECOLONIAL, ANCESTRALIDADE E CRIAÇÃO NA OBRA DE ANA MENDIETA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/0b636t54

Palabras clave:

Ana Mendieta, Performance, Arte, Estética, Feminismo Decolonial

Resumen

O presente trabalho analisa duas obras da artista Ana Mendieta (1948–1985), intituladas Cena de Estupro (1973) e Esculturas Rupestres (1980–82), a partir das contribuições da estética e do feminismo decolonial de Gloria Anzaldúa e Karina Bidaseca. O objetivo é evidenciar a força criadora, ancestral e espiritual presente na obra de Mendieta, sustentada por um pensamento feminista e decolonial. Nesse contexto, destaca-se que a filosofia tradicional, marcada por sua herança colonial, historicamente silenciou vozes dissidentes, questão que este trabalho se propõe a problematizar ao valorizar a produção de uma artista cubana por meio de uma construção teórica ancorada em autoras decoloniais.

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Biografía del autor/a

  • Solange Aparecida de Campos Costa, Universidade Federal da Paraíba; Universidade Estadual do Piauí.

    Professora Associada.

  • Daniele Neves do Nascimento, Universidade Federal do Piauí

    Mestre em Filosofia.

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Publicado

2026-10-30