O sobrinho de Wittgenstein: uma otoficção

Helano Ribeiro

Resumo


Nem verdade, nem mentira, mas uma escritura que opera menos no plano do que houve que na dimensão daquilo que se ouve, a otobiografia é um trabalho de performance. Este artigo assume a tarefa de retirar os escritos de si do confortável posto de gênero literário – autobiografia. Surge, assim, a análise em torno da autoficção, aqui analisada como otoficção ou uma performance e pura encenação. É através desses mesmos gestos que se revela O sobrinho de Wittgenstein, assinado por Thomas Bernhard, pela atuação deste ator em lugar da autoria daquele que traiu o Estado da Áustria.

Palavras-chave


otobiografia; desconstrução; otoficção; O sobrinho de Wittgenstein.

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.v21i41.33433

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