EL INHIBICIÓN Y EL SENTIMIENTO DE MISMO EN EL CUENTO EL SUEÑO DE UN HOMBRE RIDÍCULO
UNA LECTURA PSICOANALÍTICA
DOI:
https://doi.org/10.22409/qasn2916Palabras clave:
Psicoanálisis, Inhibición, Igualdad, Melancolía, DostoievskiResumen
La obra de Dostoievski ha sido retomada por los estudios psicoanalíticos, desde Freud, como alegorías para ilustrar las condiciones experimentadas por la psique humana, incluido el estado melancólico. El cuento El sueño de un hombre ridículo ofrece algunas posibilidades para pensar el tema, aquí abordado a través de las nociones de inhibición y del sentimiento de igualdad. A partir de la elección de los enunciados del cuento y de correlaciones teórico-conceptuales provenientes del Psicoanálisis, podemos observar el entrelazamiento de la inhibición y la mismidad con aspectos que construyen el sentido de la melancolía, como la percepción del vacío, de la nada y de la falta de sentido del mundo como rasgos de un empobrecimiento narcisista, de una postura fatalista, masoquista y de una inacción justificada por una inversión libidinal desvanecida. A pesar de ello, el cuento alude al potencial de las relaciones humanas como propiciadoras de nuevos afectos que pueden promover cambios propiciados por las posibilidades de conexión con el Otro.
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