Silêncios singulares de uma dor política
O que faz querer viver entre jovens Mbyá Guarani da Grande Florianópolis
DOI:
https://doi.org/10.22409/ajbeg698Palavras-chave:
suicídio, jovens indígenas, saúde mental, corpo-territórioResumo
O presente artigo propõe uma reflexão acerca do acontecimento suicídio entre adolescentes e jovens dos territórios indígenas no entorno da região metropolitana de Florianópolis. Através de um relato de experiência de escuta de jovens indígenas Mbyá Guarani realizada pela Rede de Saúde Senti(mental) Indígena e o Laboratório Afinidades de pesquisa (CIEN), busca-se abordar esta questão através de perguntas que permitam uma aproximação e a construção de entendimentos sobre a situação que apontem formas de enfrentamento. O conceito de corpo-território é utilizado como chave de análise, no sentido de ampliar a concepção de saúde e enfatizar que o que se passa no corpo de uma pessoa é atravessado por muitos outros vetores que atravessam seu espaço de vida.
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