Diretrizes oficiais e boas práticas de comunicação pública em crises sanitárias
DOI:
https://doi.org/10.22409/43t05798Palavras-chave:
Comunicação da saúde, Guias institucionais, Práticas profissionais, PandemiaResumo
A comunicação em saúde envolve disputas simbólicas e pode reforçar ou romper divisões sociais, especialmente em contextos populistas, que minam a confiança em autoridades científicas. Nossa pesquisa teve o objetivo de identificar diferenciais positivos das diretrizes publicadas por agências de saúde nos Estados Unidos e União Europeia para a projeção de informações de interesse geral para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 em sociedades divididas e marcadas por populismo autoritário, propagação de desinformação e negacionismo da ciência. Nos Estados Unidos, houve ênfase em segmentação de públicos e adaptação de mensagens. Na União Europeia, a prioridade foi a transparência, com sanções à desinformação. Ambos investiram em monitoramento digital e educação midiática, refletindo diretrizes da OMS.
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