A Educação Ambiental em cinco textos de políticas educacionais brasileiras

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DOI:

https://doi.org/10.22409/resa2025.v18.a55845

Palavras-chave:

currículo educacional, cenário político-ambiental, formação ambiental crítica

Resumo

Este artigo visa apresentar alguns dos principais debates presentes na história recente da Educação Ambiental (EA) brasileira em políticas nacionais de educação. Utilizando uma revisão narrativa da literatura e a análise documental como procedimentos metodológicos, procuramos analisar contornos gerais da sua inserção em textos de política educacional à luz da vertente crítica da EA. Os resultados apontam que em certos documentos prevalece uma perspectiva associada à transformação da sociedade. Em outros textos, diferentemente, evidencia-se o silenciamento da EA, especialmente na sua perspectiva crítica. Apesar do atual desamparo institucional da EA e do desalentador cenário político ambiental que o País enfrenta, argumentamos que esta continua sendo uma temática de grande relevância para o campo da educação, notadamente para a área de formação de professores e pesquisadores, e que merece difusão e aprofundamento.

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Biografia do Autor

  • Everaldo Nunes de Farias Filho, Universidade Federal Rural de Pernambuco, São Lourenço da Mata, PE, Brasil.

    Doutor em Ensino das Ciências e Matemática pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2020). Mestre em Ensino das Ciências pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2014). Especialista no Ensino da Biologia pela Universidade de Pernambuco (2008). Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade de Pernambuco (2004). Atualmente é professor do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas da Universidade Federal Rural de Pernambuco (CODAI/UFRPE). Tem experiência na área de Biologia Geral, com ênfase em Biologia Geral, Formação de Professores, atuando principalmente nos seguintes temas: educação ambiental, ambientalização curricular, ensino de ciências e políticas educacionais. Contribuiu nas pesquisas e na escrita, discussão e reflexão da presença da Educação Ambiental nas cinco políticas educacionais brasileiras apresentadas no texto.

  • Carmen Roselaine de Oliveira Farias, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

    Bacharela em Direito (FURG, 1998) e especialista em Direito Ambiental (UNIMEP, 2005). É mestre em Educação para a Ciência (UNESP, 2003) e doutora em Educação (UFSCar, 2008) com estágio sanduíche na Universidade de Lisboa (CIE-UL). Realizou pós-doutorados na PUCRS (2009-2010) e na UFSC (2022-2023), com pesquisa sobre escrita acadêmica na área de educação científica e tecnológica. Professora da UFRPE desde 2010, atua na Área de Ensino das Ciências Biológicas e lidera o Grupo GEPES/UFRPE. Coordenou programas de pós-graduação na UFRPE e desenvolve pesquisas em educação ambiental, ensino de ciências, letramentos socioambientais e escrita acadêmica, com enfoque fenomenológico e ecológico.

  • Renata Priscila da Silva, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Petrolina, PE, Brasil

    Licenciada em Ciências Biológicas, Mestra e Doutora em Ensino das Ciências pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Professora adjunta da Universidade de Pernambuco - campus Petrolina. Integra o conselho deliberativo da ONG Associação águas do Nordeste e atua nos grupos de pesquisa GEPES-UFRPE (Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação e Sustentabilidade) e SerTão - UPE (Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Saúde e Sustentabilidade no Vale do São Francisco). Pesquisa sobre formação de professores e práticas pedagógicas de professores(as) de ciências e biologia em espaços formais, não formais e informais de ensino. Também atua na educação ambiental investigando a formação do campo sob o viés de produções científicas e processos de ambientalização da escola e do currículo. Na composição do texto contribuiu com a escrita de forma geral, tendo acentuada participação na análise da conjuntura da presença da educação ambiental nas políticas educacionais que é feita no último item do texto.

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2026-02-18

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A Educação Ambiental em cinco textos de políticas educacionais brasileiras. (2026). Ensino, Saúde E Ambiente, 18. https://doi.org/10.22409/resa2025.v18.a55845