Apoyo institucional: dispositivo en la producción de la usuaria cuidadora

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/10hk4z86

Palabras clave:

asistencia sanitaria, cuerpo, soporte institucional, dispositivo, usuario cuidador

Resumen

El tema de este estudio es el Apoyo Institucional, entendido como un dispositivo en el campo de la gestión colectiva de la salud, que pretende ampliar la capacidad de análisis e intervención de los colectivos. El objetivo es analizar el Apoyo Institucional en términos de lo que desdibuja lo instituido, posibilitando movimientos instituyentes en la producción de «usuarios cuidadores». Usuarios que forman parte del proceso de atención a la salud, situados entre una cierta política de la clínica y el tejido de redes, cuyo énfasis está en los territorios existenciales de los sujetos. La investigación se llevó a cabo en la Maternidad Nossa Senhora de Lourdes, centro de referencia para partos de alto riesgo en la red de Urgencias, Emergencias y Hospitales del estado de Sergipe. La metodología se basó en la cartografía como método de investigación-intervención, y también en algunos conceptos y herramientas del análisis institucional. Se utilizó un diario de campo para registrar las experiencias. A partir de estos registros, se analizaron y problematizaron las prácticas instituidas y los movimientos instituyentes.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Aurea Maria Pires RODRIGUES, Universidade Federal de Sergipe
    Doutorando em Educação pela Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Mestra em Psicologia Social/UFS. Especialista em Gestão Municipal pelo Programa Nacional de Formação em Administração Pública/Universidade Federal de Sergipe. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe. Servidora Pública da Prefeitura Municipal de Estância, lotada como Psicóloga no Centro de Referência Especializado da Assistência Social - CREAS, como técnica de referência de crianças e adolescentes vítimas de violações de direitos.

Referencias

BAREMBLITT, G. F. Compêndio de análise institucional e outras correntes: teoria e prática. 5.ed. Belo Horizonte: Instituto Felix Guattari, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório final plano de qualificação das maternidades e redes perinatais da Amazônia legal e nordeste/rede cegonha. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização /SUS. Apoio Institucional: Orientações metodológicas para o trabalho do Apoiador da Política Nacional de Humanização - Material de apoio para egressos de cursos ofertados pela PNH. Disponível em: <http://apoioparaosus.net/wp-content/uploads/2011/11/Orienta%C3%A7%C3%B5es-metodol%C3%B3gicas-apoio-PNH-2011-GustavoNunesOliveira.pdf>. Acessado em: 10 dez. 2012.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Clínica Ampliada e Compartilhada. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

BARROS, M. E. B.; GUEDES, C. R.; ROZA, M. M. R. O apoio institucional como método de análise-intervenção no âmbito das políticas públicas de saúde: a experiência em um hospital geral. Ciência & Saúde Coletiva (Rio de Janeiro), v. 16, n. 12, p. 4803-4814, dec. 2011.

BARROS, S. C.; DIMENSTEIN, M. O apoio institucional como dispositivo de reordenação dos processos de trabalho na atenção básica. Estudos e Pesquisa em psicologia (Rio de Janeiro), v. 10, n. 1, p. 48–66, abr. 2010.

BENEVIDES, R.; PASSOS, E. A humanização como dimensão pública das políticas de saúde. Ciência & Saúde Coletiva (Rio de Janeiro), v.10, n. 3, p. 561-571, jul./set. 2005.

______. Clínica e biopolítica na experiência contemporânea, Revista de Psicologia Clínica PUCRIO, vol. 13, n. 1, p. 89-100. 2001.

CAMPOS, G. W. S.; AMARAL, M. A. A clínica ampliada e compartilhada, a gestão democrática e redes de atenção como referenciais teórico-operacionais para a reforma do hospital. Ciência & Saúde Coletiva (Rio de Janeiro), v. 12, n. 4, p. 849-859, 2007.

CAMPOS, G. W. S. Um método para análise e co-gestão de coletivos. 3.ed. São Paulo: HUCITEC, 2007a.

______. Saúde Paidéia. 3.ed. São Paulo: HUCITEC, 2007b.

______. Efeito Paidéia e o campo da saúde: reflexões sobre a relação entre o sujeito e o mundo da vida. Trabalho, Educação e Saúde (Rio de Janeiro), v. 4, n. 1, p. 19-31, mar. 2006.

______. O anti-Taylor: sobre a invenção de um método para co-governar instituições de saúde produzindo liberdade e compromisso. Cad. Saúde Pública (Rio de Janeiro), v. 14, n. 4, p. 863-870, out./dez. 1998.

CANGUILHEM, G. Normal e Patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.

CECÍLIO, L. C. O. As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela integralidade e equidade na atenção em saúde. In: Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: IMS ABRASCO, 2001, p. 113-126.

______. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cadernos de Saúde Pública (Rio de Janeiro), v. 13, n.3, p. 469-478, jul./set. 1997.

CECÍLIO, L. C. O.; MERHY, E. E. Integralidade do cuidado como eixo da gestão hospitalar. In. PINHEIRO, R.; MATTOS, R. A. Construção da integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro: IMS ABRASCO, 2003, p. 197-210.

COSTA, J. M.; UEDA, V. Redes técnicas e território: notas sobre a reticulação espacial.

Boletim Gaúcho de Geografia (Porto Alegre), n. 32, p. 131-145, 2007.

COSTA. T.; STOTZ. E. N.; GRYNSZPAN. D.; SOUZA. M. C. B. Naturalização e medicalização do corpo feminino: o controle social por meio da reprodução. Interface - Comunição, Saúde, Educação (Botucatu), v.10, n.20, p.363-80, jul/dez 2006.

DELEUZE, G.; CLAIRE, P. Diálogos. São Paulo: Escuta, 1998.

DINIZ. S. G. Gênero, saúde materna e o paradoxo perinatal. Revista Brasileira Crescimento Desenvolvimento Humano (São Paulo), v. 19, n. 2, p. 313-326, 2009.

EL DIB, R. P. Como praticar a medicina baseada em evidências. Jornal Vascular Brasileiro (São Paulo), v. 6, n. 1, p. 1-4, 2007.

ESCÓSSIA, L. O coletivo como campo de intensidades pré-individuais. In: ESCÓSSIA, L.; CUNHA, E. L. (Orgs.). A Psicologia entre indivíduo e sociedade. Aracaju: editora UFS, 2008, p.16–35.

______. O coletivo como plano de co-engendramento do indivíduo e da sociedade. 2004. Tese (Doutorado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2004.

FOUCAULT, M. O Nascimento da Medicina Social / O Nascimento do Hospital / A Casa dos Loucos / A Política da Saúde no século XVIII / Governamentalidade. In: ______. Microfísica do poder. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1979, p.79–98 / 99–112 / 113–128 / 193–208 / 277–293.

FRANCO, T. B.; Galavote, H. S. Em Busca da Clínica dos Afetos. In, FRANCO, T.B.; RAMOS, V.C. Semiótica, Afecção e Cuidado em Saúde. Hucitec. São Paulo, 2010.

L'ABBATE, S. A análise institucional e a saúde coletiva. Ciência & Saúde Coletiva (Rio de Janeiro), v. 8, n. 1, 2003, p. 265-274.

LOURAU. R. René Lourau: analista institucional em tempo integral. ALTOÉ. S. (Org.). São Paulo: Hucitec, 2004.

MARTINS. C. P.; NICOLOTTI. C. A.; VASCONCELOS. M. F. F.; MELO. R. A. humanização do parto e nascimento: pela gestação de formas de vida das quais possamos ser protagonistas. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Universidade Estadual do Ceará. Humanização do parto e do nascimento. Cadernos HumanizaSUS, v. 4 Brasília: Ministério da Saúde, p. 9 – 18, 2004.

MATURANA, H. R.; VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. 8. ed. São Paulo: Palas Athena, 2010.

MERYH, E. E. Micropolítica do encontro intercessor apoiador-equipe, substrato para um agir intensivista. Saúde em Debate (Rio de Janeiro), v. 34, n. 86, p. 433–435, jul./set. 2010.

______. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo: Hucitec, 2002.

MEYER, D. E. Educação, saúde e modos de inscrever uma forma de maternidade nos corpos femininos. Movimento (Porto Alegre), v.9, n. 3, p.33-58, set./dez. 2003.

NAGAHAMA. E. E. I.; SANTIAGO. S. M. A institucionalização médica do parto no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva (Rio de Janeiro), v. 10, n. 3, p.651-657, 2005.

OLIVEIRA, G. N. Devir apoiador: uma cartografia da função apoio. 2011. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. 2011.

PASSOS, E.; PASCHE, D. Inclusão como método de apoio para a produção de mudanças na saúde – aposta da Política de Humanização da Saúde. Saúde em Debate (Rio de Janeiro), v. 34, n. 86, p. 423–432, jul./set. 2010.

______. O lugar do método na Política Nacional de Humanização: aposta para uma experimentação democrática radical. Saúde em Debate (Rio de Janeiro), v. 34, n. 86, p. 439–447, jul./set. 2010.

PASSOS, E.; KASTRUP, V.; ESCÓSSIA, L. (Orgs.). Pistas do método da cartografia-pesquisa intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009.

PELBART. P. P. Vida nua, vida besta, uma vida. Trópico, p.1-5, 2007. Disponível em: <http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2792,1.shl> Acessado em 15 de dez. 2013.

TORNQUIST, C. S. Armadilhas da nova era: natureza e maternidade no ideário da humanização do parto. Revista Estudos Feministas (Florianópolis), v. 10, n. 2 p. 483–492, 2002.

VASCONCELOS. M. F. F.; MARTINS. C. P.; MACHADO. D. O. Apoio institucional como fio condutor do Plano de Qualificação das Maternidades: oferta da Política Nacional de Humanização em defesa da vida de mulheres e crianças brasileiras. Interface - Comunição, Saúde, Educação (Botucatu), v.17, supl.1, s/p, 2013.

VASCONCELOS, M. A infâmia de Quincas: (re)existências de corpos em tempos de biopolítica. 2013. Tese (Doutorado em Educação) – Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2013.

VASCONCELOS, M.; MORSCHEL, A. O apoio institucional e a produção de redes: do desassossego dos mapas vigentes. Interface (Botucatu), v. 13, supl. 1, p. 729-738, 2009.

WINKIN, Y. A nova comunicação: da teoria ao trabalho de campo. São Paulo: Papirus, 1998.

Publicado

2026-04-17

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Apoyo institucional: dispositivo en la producción de la usuaria cuidadora. Fractal: Revista de Psicología, Rio de Janeiro, Brasil, v. 38, p. Publicado em 17/04/2026, 2026. DOI: 10.22409/10hk4z86. Disponível em: https://periodicos.uff.br/fractal/article/view/28706. Acesso em: 11 sep. 2026.