REDES AÉREAS EN EL CONTINENTE AFRICANO: TRAYECTORIA, LEGADOS HISTÓRICOS E INTENCIONES GLOBALES
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i60.a61613Palabras clave:
Redes de transporte aéreo, África, Globalización, DesarrolloResumen
Las redes han sido consideradas una de las representaciones más expresivas de la globalización. Aunque poco estudiados, los flujos de aire nos permiten analizar los complejos engranajes que impulsan la economía global. En este sentido, el debate sobre los límites existentes en relación a la participación de las compañías aéreas africanas en las rutas internacionales, particularmente hacia Europa, Asia y América del Norte, donde hay una fuerte presencia de compañías extranjeras que operan en el continente, impone un escenario de débil integración interna y conectividad limitada. Así, el objetivo de este estudio es demostrar cómo se desarrolla esta relación asimétrica entre África y determinados destinos globales, basada en los flujos aéreos y la presencia hegemónica de compañías que vuelan al continente. La investigación se basó en una bibliografía que aborda el proceso de globalización, con énfasis en las redes. Además, se consultaron los acuerdos que regulan el sector en el mundo y en particular en el continente africano. El trabajo se completó consultando bases de datos y sitios web que identifican el flujo de vuelos internacionales con salida y llegada a los principales países africanos. Se ha demostrado que ciertos aspectos estructurales están vinculados a la baja capacidad inversora de los estados africanos en infraestructuras aeronáuticas y aeroportuarias, además de los todavía limitados mercados internos.
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