ACUERDOS AMBIENTALES MULTILATERALES COMO ENTIDADES VERTICALES: LOS EVENTOS JERARQUICOS DE LA GEOPOLÍTICA AMBIENTAL
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2025.v27i58.a62557Palabras clave:
ambiente, geopolítica ambiental, entidades verticales, Tratado de Kyoto, Acuerdo de ParisResumen
la preocupación por la cuestión ambiental ha cobrado importancia en el escenario geopolítico internacional al dar lugar a la creación de un régimen ambiental internacional, que tiene como modelo la creación de acuerdos y tratados ambientales multilaterales y la configuración, como resultado, de gobiernos globales. gobernanza del clima. A partir del análisis del Tratado de Kyoto y del Acuerdo de París, ambos incluidos en la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático, este artículo pretende interpretar esta estructura como eventos globales, eventos que, a su vez, presentan vectores jerárquicos, identificados como verticales. entidades. Éstos, como acontecimientos de la era de la globalización neoliberal, tienen lógicas de poder incrustadas en sus vectores. De esta manera, como ejercicio teórico y metodológico, buscamos darle una nueva interpretación a la configuración multilateral de los acuerdos ambientales, vistos dentro de la lógica de expansión del capital neoliberal, que conllevan intenciones ocultas por el discurso oficial y que son, a su vez, en realidad, desterritorializantes cuando se materializan en territorios periféricos y coadyuvan a la reproducción del sistema de capital.
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