UN MUNDO EN RUINAS: NATURALEZA Y DEVASTACIÓN EN LOS FLUJOS DE CAPITAL
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i60.a66275Palabras clave:
Crítica de la economía política, producción de la naturaleza, justicia ambiental, crisis ecológica, geografía económicaResumen
La presente reflexión aborda los vínculos entre el agravamiento contemporáneo de la problemática medioambiental y la internalización de la naturaleza, así como su devastación, en los flujos de capital. Con este objetivo, contextualiza la emergencia de una crisis ecológica global, reflexiona sobre sus fundamentos y analiza la economía ambiental, la economía ecológica y la economía verde como expresiones de la intensa mercantilización, capitalización y financiarización de elementos, fenómenos y dinámicas ambientales autonomizados, por lo tanto,como vertientes de la teoría económica engendradas por el avance del capital sobre la naturaleza. El esfuerzo tiene como objetivo desnaturalizar la racionalidad económica que imperasobre la comprensión del mundo y oponerse a las ideologías que propagan falsas salidas de emergencia para el actual estado de sitio.
Descargas
Referencias
ACSELRAD, H. (2002) Justiça ambiental e construção social do risco. Desenvolvimento e meio ambiente, n. 5, p. 49-60. https://doi.org/10.5380/dma.v5i0.22116
ACSELRAD, H.; MELLO, C.; BEZERRA, G. (2009) O que é justiça ambiental. 1a. ed. Rio de Janeiro: Garamond.
ANGUS, I. (2023) Enfrentando o Antropoceno: Capitalismo fóssil e a crise do sistema terrestre. São Paulo, SP: Boitempo.
ARÁOZ, H. M. (2020) Mineração, Genealogia Do Desastre O Extrativismo Na América Como Origem Da Modernidade. São Paulo: Editora Elefante.
BAUMOL, W. J.; OATES, W. E. (1971) The use of standards and prices for protection of the environment. The Swedish Journal of Economics, v. 73, n. 1, p. 42, mar. 1971. https://doi.org/10.2307/3439132
BECK, U. (2000) A reinvenção da política. Em: GIDDENS, A.; LASH, S.; BECK, U. (Org.). Modernização Reflexiva: política tradição e estética na ordem social moderna. São Paulo: Celta.
BECK, U. (2011) Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34.
BENJAMIN, W. (1994) Obras Escolhidas: Magia e técnica, arte e política - Volume I. São Paulo: Editora Brasiliense.
BENJAMIN, W. (1995) Obras Escolhidas: Rua de mão única - Volume II. 5a ed. São Paulo: Editora Brasiliense.
CAVALCANTI, C. (2004) Uma tentativa de caracterização da economia ecológica. Ambiente & Sociedade, v. 7, n. 1, p. 149-156. https://doi.org/10.1590/S1414-753X2004000100009
CAVALCANTI, C. (2010) Concepções da economia ecológica: suas relações com a economia dominante e a economia ambiental. Estudos Avançados, v. 24, n. 68, p. 53-67. https://doi.org/10.1590/S0103-40142010000100007
CHESNAIS, F.; SERFATI, C. (2003) "Ecologia" e condições físicas de reprodução social: alguns fios condutores marxistas. Crítica Marxista, v. 1, n. 16, 2003. https://doi.org/10.53000/cma.v10i16.19681
DIAS, E. (2017) Os (des)encontros internacionais sobre meio ambiente: da conferência de Estocolmo à Rio+20 - Expectativas e contradições. Caderno Prudantino de Geografia, v. 1, n. 39, p. 06-33.
FERRARA, L. (2018) O lugar da natureza na produção do espaço metropolitano: do metabolismo urbano industrial para o imobiliário financeiro. Em: PEREIRA, P. (Org.). Imediato, global e total na produção do espaço. São Paulo: Universidade de São Paulo/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
FISHER, J. A.; BROWN, K. (2014) Ecosystem services concepts and approaches in conservation: Just a rhetorical tool? Ecological Economics, v. 108, p. 257-265, dez. https://doi.org/10.1016/j.ecolecon.2014.11.004
FRASER, N. (2024) Capitalismo canibal: Como nosso sistema está devorando a nossa democracia, o cuidado e o planeta e o que podemos fazer a respeito disso. São Paulo, SP: Autonomia Literaria.
GEORGESCU-ROEGEN, N. (1970) The economics of production. American Economic Review, v. 60, p. 1-9.
GEORGESCU-ROEGEN, N. (1971) The Entropy Law and the Economic Process. Cambridge: Harvard University Press.
HARVEY, D. (1998) Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Ed. Loyola.
HARVEY, D. (2022) Os limites do capital. São Paulo: Boitempo.
HERCULANO, S. (2008) O Clamor por justiça ambiental e contra o racismo ambiental. Revista de Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente, v. 3, n. 1.
JACOBI, P.; SINISGALLI, P. (2012) Governança ambiental e economia verde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 17, n. 6, p. 1469-1478, jun. https://doi.org/10.1590/S1413-81232012000600011
KURZ, R. (2004) O Colapso Da Modernização. 6a ed. São Paulo: Paz E Terra.
KURZ, R. A ascensão do dinheiro aos céus: Os limites estruturais da valorização do capital, o capitalismo de cassino e a crise financeira global. Geografares, n. 28, p. 55-115, 25 abr. 2019. https://doi.org/10.7147/GEO28.24388
LEFEBVRE, H. (2008) Espaço e política. Belo Horizonte: UFMG.
LIMA, G. T. (2002) Naturalizando o capital, capitalizando a natureza: o conceito de capital natural no desenvolvimento sustentável. In: Desenvolvimento Sustentável: a institucionalização de um conceito. Brasília: Ed IBAMA.
LÖWY, M. (2002) A filosofia da história de Walter Benjamin. Estudos Avançados, v. 16, n. 45, p. 199-206, ago. 2002. https://doi.org/10.1590/S0103-40142002000200013
MAGRINI, A. (2001) Política e gestão ambiental: conceitos e instrumentos. Revista Brasileira de Energia, v. 8, n. 2.
MARTINS, R. C. (2015) A classificação disciplinar no mercado dos enunciados ambientais. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 30, n. 87, p. 97, 2 fev. https://doi.org/10.17666/308797-113/2015
MARX, K. (1985) O Capital: crítica da economia política - Livro I. v. 1, 2. ed. São Paulo: Nova Cultural.
MARX, K. (1986) O Capital: crítica da economia política - Livro III. v. 2, 2. ed. São Paulo: Nova Cultural.
MEADOWS, D. et al. (1978) Os limites do Crescimento. São Paulo: Perspectiva.
OLIVEIRA, E. (2017) Economia verde, economia ecológica e economia ambiental: uma revisão. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade, v. 13, n. 6, 15 dez. https://doi.org/10.22292/mas.v13i6.751
PAVESE, H. (2011) Delineamentos de uma economia verde. Política Ambiental, v. 8, p. 15-23, jun.
PEREIRA, C. (2023) Qual o lugar da natureza na teoria da produção do espaço de Henri Lefebvre? Algumas reflexões. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 25, n. 1, 12 out. https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202319pt
PORTO-GONÇALVES, C. W. (2016) O difícil espelho: a originalidade teórico-política do movimento dos seringueiros e a "confluência perversa" no campo ambiental no Acre. In: PORTO-GONÇALVES, C. W.; HOCSMAN, L. D. (Org.). Despojos y resistencias en América Latina, Abya Yala. 1ªed. Buenos Aires: Estudios Sociológicos Editora.
PULIDO, L. (1996) A critical review of the methodology of environmental racism research. Antipode, v. 28, n. 2, p. 142-159, abr. https://doi.org/10.1111/j.1467-8330.1996.tb00519.x
RODRIGUES, A. (2005) Problemática Ambiental = agenda política, espaço, território, classes sociais. Boletim Paulista de Geografia, n. 83, p. 91-110.
SAITO, K. (2021) O ecossocialismo de Karl Marx: Capitalismo, natureza e a crítica inacabada à economia política. São Paulo, SP: Boitempo.
SAWYER, D. (2011) Economia verde e/ou desenvolvimento sustentável? Política Ambiental, v. 8, p. 36-42, jun.
SMITH, N. (1984) Desenvolvimento desigual. São Paulo: Bertrand Brasil.
SMITH, N. (2007) Nature as accumulation strategy. Socialist Register, v. 43, p. 16-36.
TRAVASSOS, L.; PENTEADO, C.; IVAN, F. (2017) Urbanização desigual: rios, mídia e modernização ecológica. Espacio Abierto, v. 26, n. 2, p. 61-81, set.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
DECLARACIÓN DE ORIGINALIDAD Y CESIÓN DE DERECHOS DE AUTOR
Declaro que el presente artículo es original, no habiendo sido sometido a publicación en ninguna otra revista nacional o internacional, ya sea en parte o en su totalidad. Declaro, asimismo, que una vez publicado en la revista GEOgraphia, editada por el Programa de Posgrado en Geografía de la Universidade Federal Fluminense, el mismo jamás será sometido por mí ni por ninguno de los demás coautores a ninguna otra revista. Y declaro estar al tanto de que el incumplimiento de este compromiso someterá al infractor a las sanciones y penas previstas en la Ley de Protección de Derechos de Autor (N.º 9609, del 19/02/1998).
El autor concede y transfiere, total y gratuitamente, al Programa de Posgrado en Geografía de la Universidade Federal Fluminense, con carácter permanente, irrevocable y no exclusivo, todos los derechos de autor patrimoniales no comerciales referentes a los artículos científicos publicados en la revista GEOgraphia. Los textos firmados son responsabilidad de sus autores y no representan, necesariamente, la opinión de los editores ni de los miembros del Consejo Editorial de la revista.
Los trabajos publicados están simultáneamente licenciados bajo una Licencia Creative Commons - Atribución 4.0 Internacional.