UM MUNDO EM RUÍNAS: NATUREZA E DEVASTAÇÃO NOS FLUXOS DE CAPITAL
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i60.a66275Palavras-chave:
Crítica da economia política, produção da natureza, justiça ambiental, crise ecológica, geografia econômicaResumo
A presente reflexão problematiza os vínculos entre o agravamento contemporâneo da problemática ambiental e a internalização da natureza, assim como de sua devastação, nos fluxos de capital. Com esse objetivo, contextualiza a emergência de uma crise ecológica global, reflete sobre os seus fundamentos e analisa a Economia Ambiental, a Economia Ecológica e a Economia Verde como expressões da intensa mercantilização, capitalização e financeirização de elementos, fenômenos e dinâmicas ambientais autonomizados, portanto, como vertentes da teoria econômica engendradas pelo avanço do capital sobre a natureza. O esforço visa desnaturalizar a racionalidade econômica que impera sobre o entendimento do mundo e se contrapor a ideologias que propagam falsas saídas de emergência para o atual estado de sítio.
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