Del objeto rey (el automóvil) al nuevo objeto rey (el teléfono móvil):
concentración y fragmentación del uso del teléfono móvil en zonas urbanas.
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i60.a66367Palabras clave:
el coche, el teléfono celular, lo urbano, El objeto del reyResumen
Este artículo pretende demostrar la transición del objeto rey (el automóvil) a Lefebvre, y las circunstancias históricas que condujeron al nuevo objeto rey (el teléfono celular). Al investigar el avance del fenómeno urbano en París –la urbanización acelerada, el avance de la periferia y el aumento de su distancia respecto del centro–, la necesidad de automóviles y transporte público se volvió central. Hoy en día este proceso continúa actualizándose, ya que, además del automóvil, también utilizamos el teléfono móvil. Google Maps, el trabajo vía app, la comunicación, la venta de mercancías, el intercambio, las redes sociales y el mapeo de ventas, combinados con la necesidad de automóviles, actualizan este fenómeno en las zonas urbanas. Nuestro objetivo aquí es demostrar esta actualización, señalando el análisis de este fenómeno desde Henri Lefebvre.
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