TODA MULHER NEGRA É UM QUILOMBO: DESVELANDO A VIOLÊNCIA E HONRANDO A ATUAÇÃO FEMININA NA CONSTRUÇÃO DA QUILOMBAGEM
DOI:
https://doi.org/10.22409/s1a01s17Palabras clave:
Mulheres quilombolas; Interseccionalidade; Território de afeto.Resumen
Este artigo explora o protagonismo das mulheres negras e quilombolas na manutenção e reconfiguração dos quilombos como espaços de contracolonialismo. Analisa as múltiplas violências que as atingem, intensificadas pela interseccionalidade de raça, gênero e classe, e como seus corpos se tornam territórios de afeto e resistência. A pesquisa, baseada em revisão bibliográfica, desvela a atuação feminina na superação da invisibilidade e na luta incansável pela autonomia e dignidade. Desafiando as lógicas patriarcais-racistas-capitalistas, elas forjam a continuidade dos modos de vida quilombolas em meio a persistentes desafios estruturais.
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Derechos de autor 2026 Elaine Ferreira do Nascimento, Márcia Regina Galvão de Almeida

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