‘Born criminals”: The evidential paradigm and state racism in police scientism (nineteenth century)

Authors

DOI:

https://doi.org/10.15175/1984-2503-202012106

Keywords:

Police, evidential paradigm, state racism, scientism, Criminal Anthropology

Abstract

The following article examines the persistence of an evidential paradigm as a degree of analysis for understanding the practical relationship established over the course of the nineteenth century between strands of knowledge, their technologies, and the police. To do so, it describes a series of technologies such as photography, biometrics, and anthropometrics, which were adopted by police practice and by criminology, which was of positivist inspiration in the period. It considers just how knowledge, technologies, and the variations their adoption acquire in the police practices of producing and managing the truth of crime and the criminal individual can shed light on the correlation between the essentialization of the criminal and what Foucault, throughout In Defense of Society (1976), referred to as “state racism’. The research is based on a perspective that emphasizes the practical relationship between knowledge, technologies, truth production, and institutional powers, and makes indiscriminate use of primary sources such as Galton, Bertillon, Vernois, and Lombroso, taking methodological inspiration from the lines of analysis mainly provided by Michel Foucault on the disciplinary social formations and their transition to biopolitics.

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Author Biographies

  • Murilo Duarte Costa Corrêa, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, PR

    Professor Adjunto de Teoria Política na Faculdade de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (DDE/UEPG). Foi Affiliated Researcher na Faculty of Law and Criminology da Vrije Universiteit Brussel, universidade em que realizou estágio de pós-doutorado com pesquisa sobre a filosofia do campo social de Gilles Deleuze. Doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo (PPGD/USP). Mestre em Filosofia e Teoria do Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (CPGD/UFSC). Graduado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Atualmnte, coordena o Laboratório de Pesquisa Interdisciplinar em Teoria Social/Teoria Política e Pós-Estruturalismo junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PPGCSA/UEPG), onde também é Professor Permanente. Escreveu, entre outros livros, "Direito e Ruptura: ensaios para uma filosofia do direito na imanência" (Ed. Juruá) e "Filosofia Black Bloc" (Ed. Circuito, no prelo). Co-organizou o livro "O estado de exceção e as formas jurídicas" (Editora UEPG) e "Pensar a Netflix: séries de pop filosofia e política" (D'Plácido). Traduziu "Deleuze, a prática do direito", de Laurent de Sutter, para o português (Editora UEPG, 2019). Desenvolve pesquisas interdisciplinares nas áreas do Direito, da Filosofia, da Teoria Social e da Teoria Política. Principais interesses: Teoria Política e Teoria Social contemporâneas, Pós-Estruturalismo, Critical Legal Thinking, Movimentos Sociais Contemporâneos e Políticas de Segurança Pública.

  • Eduardo Reis de Mello, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, PR
    Doutorando em Ciências Sociais Aplicadas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Mestre em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Possui graduação em Relações Internacionais - Faculdades Integradas do Brasil (2007). É Agente de Polícia Federal desde 2012. Integrante do Laboratório de Pesquisa Interdisciplinar em Teoria Social/Teoria Política e Pós-Estruturalismo no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais Aplicadas (PPGCSA) da UEPG. Foi professor no curso de Graduação em Relações Internacionais das Faculdades Integradas do Brasil de 2008 a 2011.

Published

2020-02-01

How to Cite

‘Born criminals”: The evidential paradigm and state racism in police scientism (nineteenth century). (2020). Passages: International Review of Political History and Legal Culture, 12(1), 106-125. https://doi.org/10.15175/1984-2503-202012106