Entre camisas e fantasias: a arte de fazer o chão afro-brasileiro do Salgueiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/antropolitica2020.i49.a42034

Palavras-chave:

Camisas, Fantasias, Alegórico, Brincadeira, Salgueiro

Resumo

Neste trabalho, busco pensar esteticamente e politicamente a performance do chão afro-brasileiro nos ensaios e desfiles da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro na cidade do Rio de Janeiro, a partir da cultura material, principalmente, as camisas e fantasias dos componentes. O chão da escola corresponde à comunidade do Salgueiro, ou seja, um grande grupo de corpos, que se subdividem nas diversas alas que compõem a agremiação dessa Escola de Samba, responsável pelo assentamento da escola. A comunidade é formada pela ala das baianas, a ala da Velha Guarda, os três casais de mestre-sala e porta-bandeira, a ala dos(as) passistas, a ala da bateria, ala dos compositores, as alas que contam o enredo da escola, os/s componentes das alegorias, e, ainda, a equipe do carro de som composta por instrumentistas e intérpretes e os diretores de harmonia. Assim, partindo de uma observação participante e dançante e da utilização de entrevista semiestruturada, o objetivo é refletir sobre a comunidade que faz o carnaval na sua dimensão performática, focando na sua produção identitária através dos objetos.

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Biografia do Autor

Vítor Gonçalves Pimenta, Universidade Federal Fluminense

Doutorando em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense. Auxiliar de pesquisa no Laboratório de Etnografia e Estudos em Comunicação, Cultura e Cognição.

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Publicado

2020-08-11

Como Citar

Pimenta, V. G. (2020). Entre camisas e fantasias: a arte de fazer o chão afro-brasileiro do Salgueiro. Antropolítica - Revista Contemporânea De Antropologia, (49). https://doi.org/10.22409/antropolitica2020.i49.a42034

Edição

Seção

Artigos