Sobre a Revista

A Cantareira é um periódico semestral organizado pelo corpo discente do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense e recebe trabalhos inéditos, teóricos ou empíricos, que contribuam para o desenvolvimento da pesquisa no campo historiográfico. Além das contribuições para o Dossiê Temático, a revista recebe artigos, resenhas e transcrições documentais em fluxo contínuo.
ISSN 1677-7794

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Edição Atual

v. 1 n. 36 (2022): Cantareira 20 anos: edição especial
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A Cantareira, após o seu germinar, sempre se desenvolveu a partir de muitas mãos. Dada as condições de cada época, poucos são os registros que detemos para melhor contextualizar o que veio a seguir. A Revista passou sua infância e debute firmes, mas também um pouco turbilhoada. Cresceu, ganhou notoriedade e se profissionalizou. Seus membros, colegas e apoiadores também viram expandir o bolo da produção acadêmica, da valorização das humanidades e da História e das transformações que trouxeram novos ventos para a sociedade brasileira – e a Universidade, em especial.

Em seus vinte anos, o fascículo foi palco dessas transformações, consolidadas nas temáticas e pesquisas que compuseram cada uma de suas edições. Entre temáticas que vêm e voltam, algumas outras parecem constituir um fio-condutor que marca instituições e seus investigadores. Durante duas décadas se discutiram temas como os conflitos agrários e a sociedade colonial; os espaços da cidade e do campo; literatura, campo científico e teoria da História; gênero, fronteiras, trabalhadores etc.

Se a conjuntura permitiu que esses alunos mobilizassem uma estrutura para coordenação e financiamento de uma revista, mobilizados pelo interesse de seguir o processo de renovação das pesquisas realizadas na Universidade, ela também foi palco de uma reestruturação que os absorveu na qualidade de docentes. A “década de ouro” do fomento à investigação no país permitiu não apenas a reprodução de iniciativas discentes, mas garantia, a largo prazo, a perspectiva de ingresso nas carreiras dos magistérios de nível básico, técnico e superior.

Com a saída de muitos e a entrada de outros, a Cantareira chegou em meados da década de dez com uma nova roupagem, já cindida pelos critérios de avaliação consolidados na área. Com a articulação de distintos segmentos da pós-graduação, se retomava a filiação umbilical de uma Área de História que defendia a permanência entre aquele último e a graduação. Neste sentido, os últimos anos, a despeito das particularidades que carrega, buscou sempre dar luz aos princípios balisares do periódico.

Publicado: 2022-02-12

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