Patrones y limitaciones en las prácticas teórico-metodológicas de los artículos sobre interseccionalidad, género, raza y clase en la Comunicación

Autores/as

  • Lucianna Furtado Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.22409/aggnz467

Palabras clave:

Interseccionalidad, Pensamiento feminista negro, Racismo, Epistemología , Metainvestigación

Resumen

Este trabajo analiza artículos sobre interseccionalidad y género, raza y clase en revistas brasileñas de alto impacto en Comunicación, identificando patrones y limitaciones en las prácticas teórico-metodológicas. Parte de una metainvestigación más amplia, esta etapa se centra en los enfoques y relaciones entre los ejes de poder. El trabajo revela cómo las ideologías de poder permean la producción de conocimiento, de modo que ciertas relaciones de poder son cuestionadas mientras otras son encubiertas. Los resultados destacan el tratamiento de los ejes de poder como irrelevantes; su ausencia en los análisis a pesar de su relevancia; la disyunción entre género en la teoría y su dimensión empírica; la incorporación de la raza a la clase y viceversa; las jerarquías entre ejes de poder; la raza como víctima preferida de las limitaciones; y los ejes de poder sólo como indicación de subalternidad y no de privilegio.

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Biografía del autor/a

  • Lucianna Furtado, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

    Pós-doutoranda e professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM-UFMG), com bolsa do Programa Institucional de Pós-Doutorado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (PIPD-Capes). Doutora e mestre em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea pelo PPGCOM-UFMG. Co-líder do Coragem - Grupo de Pesquisa em Comunicação, Raça e Gênero. E-mail: lucianna.furtado@gmail.com

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Publicado

2026-08-29