Patrones y limitaciones en las prácticas teórico-metodológicas de los artículos sobre interseccionalidad, género, raza y clase en la Comunicación
DOI:
https://doi.org/10.22409/aggnz467Palabras clave:
Interseccionalidad, Pensamiento feminista negro, Racismo, Epistemología , MetainvestigaciónResumen
Este trabajo analiza artículos sobre interseccionalidad y género, raza y clase en revistas brasileñas de alto impacto en Comunicación, identificando patrones y limitaciones en las prácticas teórico-metodológicas. Parte de una metainvestigación más amplia, esta etapa se centra en los enfoques y relaciones entre los ejes de poder. El trabajo revela cómo las ideologías de poder permean la producción de conocimiento, de modo que ciertas relaciones de poder son cuestionadas mientras otras son encubiertas. Los resultados destacan el tratamiento de los ejes de poder como irrelevantes; su ausencia en los análisis a pesar de su relevancia; la disyunción entre género en la teoría y su dimensión empírica; la incorporación de la raza a la clase y viceversa; las jerarquías entre ejes de poder; la raza como víctima preferida de las limitaciones; y los ejes de poder sólo como indicación de subalternidad y no de privilegio.
Descargas
Referencias
AKOTIRENE, C. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.
ALEXANDER-FLOYD, N. Disappearing Acts: Reclaiming Intersectionality in the Social Sciences in a Post-Black Feminist Era. Feminist Formations, v. 24, n. 1, p. 1-25, 2012.
BAIRROS, Luiza. Nossos feminismos revisitados. Estudos Feministas, v. 3, n. 2, p. 458-463, 1995.
BILGE, S. Intersectionality undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405-424, 2013. https://doi.org/10.1017/S1742058X13000283.
BILGE, S. Whitening Intersectionality: Evanescence of Race in Intersectionality Scholarship. In: HUND, W. D.; LENTIN, A. (Eds.). Racism and Sociology. London: LIT Verlag, 2014. p. 175-205.
BILGE, S. A fungibilidade da interseccionalidade: uma leitura Afropessimista. PAULUS: Revista de Comunicação da FAPCOM, [S. l.], v. 7, n. 13, 2023. DOI: 10.31657/rcp.v7i13.672. Disponível em: https://revista.fapcom.edu.br/index.php/revista-paulus/article/view/672.
CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. Estudos Avançados, v. 17, n. 49, p. 117-132, 2003.
CARRERA, F. Roleta interseccional: proposta metodológica para análises em Comunicação. E-Compós, v. 24, 2021. DOI: 10.30962/ec.2198. Disponível em: https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/view/2198.
COLLINS, P. H.; BILGE, S. Intersectionality. Cambridge: Polity Press, 2016.
COLLINS, P. H. Intersectionality as Critical Social Theory. Durham: Duke University Press, 2019.
COLLINS, P. H. Interseções letais: raça, gênero e violência. São Paulo: Boitempo, 2024.
CRENSHAW, K. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics. University of Chicago Legal Forum, v. 1, art. 8, 1989.
CRENSHAW, K. Justice Rising: Moving Intersectionally in the Age of Post-Everything. Public Lecture, LSE, March 26 2014. Disponível em: https://soundcloud.com/lsepodcasts/justice-rising-moving.
DAVIS, A. As mulheres negras na construção de uma nova utopia. Portal Geledés, 12 jul. 2011. Disponível em: https://www.geledes.org.br/as-mulheres-negras-na-construcao-de-uma-nova-utopia-angela-davis/.
DAVIS, A. A liberdade é uma luta constante. São Paulo: Boitempo, 2018.
FRASER, N. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “pós-socialista”. Cadernos de Campo, São Paulo, v. 15, n. 14-15, p. 231–239, 2006. DOI: 10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-239.
FURTADO, L.; GUIMARÃES CORRÊA, L. Intersectional methods to study the intellectual production of a Black female samba composer. International Journal of Cultural Studies, v. 27, n. 6, p. 719-735, 2024. https://doi.org/10.1177/13678779241268106.
FURTADO, L.; SEPULVEDA, L. A. Morte e epistemicídio: silêncios e ausências nas produções acadêmicas em Comunicação sobre assassinatos. Comunicação & Sociedade, São Bernardo do Campo, v. 44, n. 3, p. 219-249, set./dez. 2022. Disponível em: https://doi.org/10.15603/2175-7755/cs.v44n3p219-249.
FURTADO, L. Que decolonialidade é essa nos estudos comunicacionais? Questões raciais na práxis decolonial no campo da Comunicação (2014-2023). In: Anais do 33° Encontro Anual da Compós, 2024, Niterói. Anais eletrônicos..., Galoá, 2024. Disponível em: https://proceedings.science/compos/compos-2024/trabalhos/que-decolonialidade-e-essa-nos-estudos-comunicacionais-questoes-raciais-na-praxi?lang=pt-br. Acesso em: 10 jan. 2025.
FURTADO, L.; MESSIAS, F. Ética antirracista na pesquisa em Comunicação: reflexões iniciais sobre a dimensão racial de práticas de pesquisa. In: Anais do 34° Encontro Anual da Compós, 2025, Curitiba. Anais eletrônicos..., 2025. Disponível em: https://publicacoes.softaliza.com.br/compos2025/article/view/11235.
FURTADO, L. Panorama da interseccionalidade e do gênero, raça e classe na Comunicação. [em avaliação na Matrizes].
GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, p. 223–244, 1984.
GONZALEZ, L. Por um feminismo afro-latino-americano: Ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUIMARÃES CORRÊA, L. Escritas urbanas sobre o discurso oficial: imagens e relatos de uma pesquisa. In: FRANÇA, V. V.; SIMÕES, P. O modelo praxiológico e os desafios da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2018. p. 319-338.
GUIMARÃES CORRÊA, L. et al. Entre o interacional e o interseccional: contribuições teórico-conceituais das intelectuais negras para pensar a Comunicação. Revista Eco-Pós, v. 21, n. 3, p. 147-169, 2018. Disponível em: https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/view/20198.
GUIMARÃES CORRÊA, L. Intervenções sobre as superfícies urbanas: dissenso, consenso e ambivalências em Londres. Galáxia, São Paulo, n. 41, p. 114-127, maio/ago. 2019. DOI: 10.1590/1982-25542019236217. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/36217.
GUIMARÃES CORRÊA, L. Four concepts to think from the South. International Journal of Cultural Studies, v. 27, n. 2, p. 143-154, 2024. https://doi.org/10.1177/13678779231218395.
HOOKS, b. Outlaw Culture: Resisting representations. New York; London: Routledge, 1994.
LIBARDI, Guilherme. Panorama dos estudos sobre interseccionalidade no Brasil (2008-2018): notas gerais e especificidades dos objetos empíricos comunicacionais. In: Anais do 28° Encontro Anual da Compós, 2019, Porto Alegre. Anais eletrônicos..., Galoá, 2019. Disponível em: https://proceedings.science/compos/compos-2019/trabalhos/panorama-dos-estudos-sobre-interseccionalidade-no-brasil-2008-2018-notas-gerais?lang=pt-br.
LORDE, A. Não existe hierarquia de opressão. In: HOLLANDA, H. B. (org.). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. p. 234-236.
MONTORO, T.; FERREIRA, C. Gênero e raça: um mergulho nos estudos de comunicação e recepção. Animus: Revista Interamericana de Comunicação Midiática, v. 13, n. 25, p. 3-24. 2014. DOI: 10.5902/2175497713041. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/animus/article/view/13041. Acesso em: 20 jan. 2024.
MORENO FERNANDES, P. Raça, gênero, classe e outras interseccionalidades na comunicação de marcas: Uma proposta de análise interseccional semiótica. Revista FAMECOS, [S. l.], v. 30, n. 1, p. e43673, 2023. DOI: 10.15448/1980-3729.2023.1.43673. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/revistafamecos/article/view/43673. Acesso em: 19 maio 2025.
SIFUENTES, L. Perspectivas interseccionais de gênero, classe e raça: um mapeamento de estudos de Comunicação. Mídia e Cotidiano, v. 16, n. 3, p. 7-27, set./dez. 2022. Disponível em: https://doi.org/10.22409/rmc.v16i3.54630.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Lucianna Furtado

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os autores retêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de publicar o seu trabalho pela primeira vez sob a licença Creative Commons (CC-BY), que permite o intercâmbio de obras e reconhecimento de autoria na revista.