Um cinema submisso: os filmes brasileiros da Netflix (2017 - 2024)
DOI:
https://doi.org/10.22409/fm1m2039Parole chiave:
Cinema Brasileiro, Imperialismo de Plataforma, Netflix, 2017 -2024Abstract
O streaming se tornou uma janela de produção e difusão do cinema brasileiro. Propomos examinar obras significativas realizadas pela Netflix a partir de 2017, tomando o streaming como componente do Imperialismo de Plataforma, conforme Dal Yong Jin (2013, 2015), modalidade contemporânea de exploração da força de trabalho, da criação artística e colonização do imaginário. (2015, 2023). A partir do levantamento do conteúdo, formas dos filmes, gêneros preferidos e introduzidos, observamos em exemplos significativos como as orientações da plataforma repercutem nos filmes brasileiros em relação às características de filmes de grande público já estudados (Autor, 2018) e como contribuem para o desenvolvimento do cinema brasileiro.
Downloads
Riferimenti bibliografici
ANCINE. Panorama do Mercado de Vídeo por demanda no Brasil. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/ancine/pt-br/oca/publicacoes/arquivos.pdf/informe-vod2022.pdf. Acesso em 20. Jul.2025
ANCINE. Panorama do Mercado de Vídeo por demanda no Brasil. 2023. Disponível em https://www.gov.br/ancine/pt-br/oca/publicacoes/arquivos.pdf/panorama-vod-2023-1.pdf. Acesso em 20. Jul.2025
BAZIN, André. O Cinema. São Paulo: Cosac & Naif, 2014
BURCH, Noel; SELLIER, Geneviève. Le cinema au prisme des rapports de sexe, Paris, Vrin, 2009.
CASALOTTI, Bruno. Trabalhadores do audiovisual do Brasil: Trajetórias do emprego formal entre 2003 e 2019. Apresentação no XVII Encontro Nacional da ABET. UFU. 2021.
DAHL, Gustavo. A repolitização do Cinema Brasileiro. 2000. Filme e Cultura 55, 2011, p.32 a 37.
DE MARCHI, Leonardo; MARTINS LADEIRA, J. (2023). Originais Netflix: Um panorama da produção audiovisual da Netflix no Brasil 2016-2019. Revista FAMECOS, 30(1), e42989.
FERNANDES, Marina R. The end of an era? The decrease of the EU influence in Ibero-American digital media policy discourses. International Journal of Cultural Policy, 29(7). 2022. Disponível em https://doi.org/10.1080/10286632.2022.2147517. Acesso em 29.jul. 2025
GOMES, Paulo Emílio. Cinema, uma trajetória no subdesenvolvimento. Paz e Terra, 1974
HOLLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Companhia das Letras, 1995
ITHURBIDE, Christine.; RIVRON, Vassili. Industries culturelles et plateformes numériques dans les Suds: des reconfigurations sociales et spatiales en question IN
Les Cahiers d’Outre-Mer. 2022. Disponível em https://journals.openedition.org/com/8581 Acesso 22.jul.2025
JIN, Dal Yong. The Construction of Platform Imperialism in the Globalization Era Journal for a Global Sustainable Information Society, v. 11. 2013.
JIN, Dal Yong. Digital Platforms, Imperialism and Political Culture, Routledge, 2015.
JIN, Dal Yong. Netflix’s effects on the Korean Wave. Asian Journal of Communication, 33:5, 2023.
LOBATO, Roberto. Netflix nations: the geography of digital distribution. New York University Press, 2019
Martín-Barbero, Jesus. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2015.
Navitski, Rielli. Public spectacles of violence. Duke University Press, 2017.
NIEBORG, David; POELL, Thomas. The platformization of cultural production: Theorizing the contingent cultural commodity. New Media Society, v.20 n.11, 2018.
NOVA FILHO, Marcus Vinicius Menezes da. Competição e estratégia: o caso da Netflix à luz da abordagem de capacitações dinâmicas. Dissertação. UFRJ. 2023.
RANCIÈRE Jacques. A partilha do sensível: estética e política. São Paulo; Editora 34, 2009.
SINGER, André. Os sentidos do lulismo. São Paulo: Cia. das Letras. 2012.
SOUZA, Ana Paula (org.). Janelas em Revolução: disrupções, dilemas regulatórios e novas oportunidades para o audiovisual. Projeto Paradiso, ebook, 2022 https://www.projetoparadiso.org.br/publicacoes/estudo-janelas-em-revolucao/ Acesso em 28.jul. 2025
Dowloads
Pubblicato
Fascicolo
Sezione
Licenza
Copyright (c) 2026 Sheila Schvarzman

Questo volume è pubblicato con la licenza Creative Commons Attribuzione 4.0 Internazionale.
Os autores retêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de publicar o seu trabalho pela primeira vez sob a licença Creative Commons (CC-BY), que permite o intercâmbio de obras e reconhecimento de autoria na revista.