O que há de novo no conservadorismo?

O moralismo cristão nas políticas de gênero e diversidade sexual da América latina.

Autores

  • Juliana Lencina da Silva Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.22409/ensaios.v18.48641

Palavras-chave:

Gênero, Cristianismo, Sociolgia

Resumo

         A produção acadêmica sobre conservadorismo não é recente, contudo, mudanças de governos aceleraram configurações sociais e oportunizaram a entrada de novos atores políticos, levando aos questionamentos desses novos arranjos e definições do termo. Enquanto o território latinoamericano passava por períodos de governos autoritários, por outro lado, países do Norte global já experimentavam práticas neoliberais, ou seja, o neoliberalismo se consolida na América latina num cenário que está de encontro com a emergência de movimentos de direitos progressistas, e com a recente abertura do conflito reativo de interesses baseados em moralidade religiosa na arena política. Deste modo, novos questionamentos surgem as partir de diversas práticas investigadas do quem tem se definido como um novo conservadorismo.

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Biografia do Autor

  • Juliana Lencina da Silva, Universidade Federal Fluminense

    Bacharel em Sociologia pela Universidade Federal Fluminense (ICHF/GSO), mestranda no Programa de Pós-graduação em Sociologia na mesma Universidade (PPGS/UFF). Integrante do Laboratório de Sociologia Digital (LSD) e do Laboratório de Estudos de Gênero e Inrtessecionalidades (Labgen). Possui trabalhos no campo da violência política, mulheres na política, sociologia da comunicação e digital e cultura algorítimica. 

Referências

Gênero, neoconservadorismo e democracia: disputas e retrocessos na América Latina. Flávia Biroli, Juan Marco Vaggione, Maria das Dores Campos Machado. São Paulo: Boitempo, 2020. Juliana Lencina

Publicado

2021-06-30

Edição

Secção

.

Como Citar

O que há de novo no conservadorismo? : O moralismo cristão nas políticas de gênero e diversidade sexual da América latina. (2021). Ensaios, 18, 187-194. https://doi.org/10.22409/ensaios.v18.48641