“Tan artificial como el snack”: intensidades afectivas y el reanclaje del consumo navideño en la publicidad algorítmica de McDonald’s

Autores/as

  • Leonardo Mozdzenski Universidade Federal de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.22409/rzjvyp29

Palabras clave:

publicidad, consumo, afecto, reterritorialización, inteligencia artificial

Resumen

Este artículo propone analizar la campaña navideña It’s the most terrible time of the year (McDonald’s Países Bajos, 2025), difundida como un anuncio hecho con IA generativa y retirado del aire tras la controversia. A partir de la noción de afecto en Deleuze y Guattari, examina la publicidad algorítmica como dispositivo de intensidades que modela vínculos y subjetividades de consumo. El método combina el desglose plano a plano del audiovisual y el análisis cualitativo crítico de comentarios en Instagram. Los hallazgos muestran predominio de afectos tristes ligados al extrañamiento, la artificialidad y disputas sobre legitimidad, trabajo y valor, reactivando frustraciones previas con la marca. Se sostiene que la suspensión del filme opera como reterritorialización y contención de esas intensidades en el ritual navideño.

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Biografía del autor/a

  • Leonardo Mozdzenski, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutor em Comunicação e doutor em Letras, com pós-doutorado em Direitos Humanos, pela UFPE. Professor dos cursos de pós-graduação da ECPBG (TCE-PE) e do IEC – PUC Minas (EaD).

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Publicado

2026-04-30

Número

Sección

Artigos Seção Temática

Cómo citar

“Tan artificial como el snack”: intensidades afectivas y el reanclaje del consumo navideño en la publicidad algorítmica de McDonald’s. (2026). Medios Y Cotidiano, 20(2), 68-92. https://doi.org/10.22409/rzjvyp29