Tan artificial como el snack”: intensidades afectivas y el reanclaje del consumo navideño en la publicidad algorítmica de McDonald’s
DOI:
https://doi.org/10.22409/rzjvyp29Palabras clave:
publicidad, consumo, afecto, reterritorialización, inteligencia artificialResumen
Este artículo propone analizar la campaña navideña It’s the most terrible time of the year (McDonald’s Países Bajos, 2025), divulgada como un anuncio íntegramente generado por IA generativa y retirada del aire tras la controversia. Con base en la noción de afecto en Deleuze y Guattari (2011), se discute la publicidad algorítmica como un dispositivo de intensidades que modela vínculos y subjetividades de consumo. El método combina el desglose plano a plano del audiovisual y el análisis cualitativo crítico de comentarios en la red social Instagram. Los hallazgos indican el predominio de afectos tristes vinculados al extrañamiento, a la artificialidad y a disputas sobre legitimidad, trabajo y valor, reactivando frustraciones previas con la marca. Se sostiene que la retirada del filme opera como reterritorialización y contención de esas intensidades en el ritual de la Navidad.
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