Calema. Romance africano, de Djamba Dàllá: um romance colonial (e de formação) feminino

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/abriluff.v18i36.69741

Palavras-chave:

Literatura colonial, Bildungsroman, Autoria feminina, Djamba Dàllá

Resumo

A partir dos dois conceitos interligados no título deste artigo, e com base em algumas das principais referências teóricas sobre o romance colonial (Ferreira, 1989; Laranjeira, 1998; Mata, 2001, 2016; Lugarinho, 2013, 2015) e o Bildungsroman (Maas, 2000; Moretti, 2020; Pinto, 1990; Reis, 2018), pretendemos tecer algumas reflexões sobre o romance Calema, da escritora luso-angolana Djamba Dàllá, e como este se estabelece dentro do corpus da literatura colonial, não só a partir de suas principais premissas estéticas, mas também a partir de sua incorporação no eixo da ficção de autoria feminina desta categoria (Falconi, 2021; Maia, 2025).

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Biografia do Autor

  • Jorge Vicente Valentim, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

    Professor Titular de Literaturas de Língua Portuguesa (Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa) do Departamento de Letras e do Programa de Pós-Gra-duação em Estudos de Literatura da UFSCar. Bolsista BEP FAPESP (2023/06790-5).

  • Penélope Eiko Aragaki Salles, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

    Doutoranda do Programa de Pós-Gradução em Estudos de Literatura, onde desenvolve um projeto de pesquisa sobre a violência de gênero em três escritoras portuguesas da atualidade: Ana Margarida de Carvalho, Carla Pais e Judite Canha Fernandes, sob a orientação do Prof. Dr. Jorge Vicente Valentim.

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Publicado

2026-07-31

Como Citar

Calema. Romance africano, de Djamba Dàllá: um romance colonial (e de formação) feminino. (2026). Abril – NEPA UFF, 18(36), 91-110. https://doi.org/10.22409/abriluff.v18i36.69741