MULHERES NEGRAS DE TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS REEXISTINDO COLETIVAMENTE

BLACK WOMEN FROM PERIPHERAL TERRITORIES REEXISTINGCOLLECTIVELY

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/6prkn014

Palavras-chave:

Interseccionalidade. Educação popular. Mulheres Negras.

Resumo

O estudo das mulheres negras na sociedade brasileira demanda uma análise que supere visões generalistas de gênero ou raça isoladamente. Compreender a condição da mulher negra implica reconhecer a interseccionalidade (Collins,2020), como dimensão amplamente desenvolvida por intelectuais negras no Brasil, tais como: Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro, dentre outras que defendem uma perspectiva interseccional enquanto importante ferramenta analítica para identificar as desigualdades sociais vivenciadas por esta parcela das mulheres. Este ensaio propõe discutir como as mulheres negras vivenciam opressões estruturais simultâneas (raça, gênero e classe), ao mesmo tempo em que produzem saber e resistência organizadas em coletivos, reconfigurando sua existência, a partir da educação popular com foco no Coletivo Mulheres do Salgueiro, na cidade de São Gonçalo/RJ.

 

 

 

 

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Biografia do Autor

  • JANETE NAZARETH GUILHERME, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

    Janete  Nazareth Guilherme, mulher negra, ativista de direitos humanos e do  feminista negro, co fundadora  e coordenadora executiva do Coletivo Mulheres do Salgueiro, pedagoga  formada pela UFF, especialista em educação pela UF, com ênfase no racismo.

    Pesquisadora do grupo de extensão universitária COMPEAS / UERJ (Comunidade de Prática: Educação, Ambiente e Saúde), da  FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro), do grupo NUARTTE/ UFF (Núcleo de Articulação do Trabalho Educativo), mestranda CEFET/RJ, bolsista CAPES.

Referências

• AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.

• CARINE, Bárbara. E eu, não sou uma intelectual? :um quase manual de sobrevivência acadêmica. São Paulo; Planeta do Brasil, 2025.

• COLLINS, Patrícia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2020.

• DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe; tradução Heci Regina Candiani. - 1. ed. - São Paulo: Boitempo, 2016. recurso digital. https://piape.prograd.ufsc.br/files/2020/07/Angela-Davis-Mulheres-ra%C3%A7a-e-classe-Boitempo .Acessado: 15/02/2026.

Arquivos adicionais

Publicado

2026-10-21

Como Citar

MULHERES NEGRAS DE TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS REEXISTINDO COLETIVAMENTE: BLACK WOMEN FROM PERIPHERAL TERRITORIES REEXISTINGCOLLECTIVELY. (2026). RevistAleph, 1(44). https://doi.org/10.22409/6prkn014